De Direita
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Wednesday, March 31, 2004
O jornalista devia ser dos nossos.
«The Australian is a national broadsheet newspaper published by Rupert Murdoch's News Ltd, and in terms of quality and direction is fairly similar to the British Times. I suppose. Like any paper it makes the odd mistake, and has to publish a correction. On Tuesday it published the following. A story headlined 'Syria seeks our help to woo US' in Saturday's Weekend Australian misquoted National Party senator Sandy Macdonald. The quote stated: "Syria is a country that has been a bastard state for nearly 40 years" but should have read "Syria is a country that has been a Baathist state for nearly 40 years." The Australian regrets any embarrassment caused by the error. Personally I think that if anyone is embarrassed by this, there is absolutely no need for regret whatsoever. But that may be just me. (Thanks to crikey.com.au for pointing this out).» Via SamizData
Negociação para principiantes, Ministro Arnaut, negociação para principiantes.
Estratégia: Tit for Tat . o Governo coopera na primeira jogada e imita as jogadas dos Sindicatos a partir daí. Informação, Incentivos e Deterrence: Duas hipóteses. Hipótese 1: O Euro2004 é um evento tão óbvio, que qualquer abertura de informação não constitui um incentivo para os outros jogadores. O Governo acredita na boa fé e patriotismo sindical. Hipótese 2: "Esta boa ideia foi-nos dada pelo ministro [adjunto do primeiro-ministro, José Luís] Arnaut, que dizia que não se aproveite o Euro para fazer exigências. Se veio apelar a que não se fizesse, é porque deve ser boa ideia fazê-lo", referiu o dirigente sindical. O Ministro Arnaut lá saberá, eu desconfio que não sabe, mas eu seguiria Tit for Tat e trabalhava com a Hipótese 2. Ainda vai a tempo, não dê é mais tiros no pé.
Pluralismo
It may be of interest to remark, incidentally, that there are certain values that we in our world accept which were probably created by early Romanticism and did not exist before: for example, the idea that variety is a good thing, that a society in which many opinions are held, and those holding different opinions are tolerant of each other, is better than a monolithic in which one opinion is binding on everyone. Nobody before the eighteenth century could have accepted that: the truth was one and the idea of variety was inimical to it. Again, the idea of sincerity, as a value, is something new. It was always right to be a martyr to the truth, but only to the truth: Muslims who died for Islam were poor, foolish, misled creatures who died for nonsense; so, for Catholics, were Protestants and Jews and pagans; and the fact that they held their beliefs sincerely made them no better -- what was important was to be right. In discovering the truth, as in every other walk of life, success was what was important, not motive. If a man says to you that he believes that twice two is seventeen, and someone says, "You know, he doesn't do it to annoy you, he doesn't do it because he wants to show off or because he has been paid to say it -- he truly believes, he is a sincere believer," you would say, "This makes it no better, he is talking irrational nonsense." That is what Protestants were doing, in the view of Catholics, and vice versa. The more sincere, the more dangerous; no marks were given for sincerety until the notion that there is more than one answer to a question -- that is, pluralism -- became more widespread. That is what led value to be set on motive rather than on consequence, on sincerity rather than on success. Isaiah Berlin, in York Review of Books, Vol XLV, Number 8 (1998)
Será?
Na Reason, Julian Sanchez expõe a seguinte hipótese: «(...)My own speculation is that contemporary liberalism is much more likely to be associated with an engineering or problem-solving mindset. What I mean is that I think libertarians and (maybe) conservatives are more prone to start with fairly abstract questions (what's the proper scope of government? how are we required to treat each other, in general? what are the preconditions of stable civil society?) and then tweak whatever broad conclusions they come up with to accomodate practical problems. It seems as though liberals more often form their views in a more bottom-up, pragmatic way, as a series of responses to practical problems. That is: People are poor and going without healthcare, how do we fix this? Our schools are in bad shape; how do we fix this? If you start out that way, you're going to care in the first instance about the empirical particulars of contemporary problems, about which historical liberal authors will have less to say, especially if they were more likely to have that same focus. The divide between theoretical and engineering dispositions is probably more likely than any general attitude toward change to explain the difference Goldberg's talking about. Academic liberals in, say, philsophy departments (which is to say, the most theoretically inclined) clearly do have their history down—Richard Rorty cites Dewey and Pierce at every opportunity.» Os leitores da NRO acham que não. Por exemplo: 1. There is an immediate refutation of Julian Sanchez's theory is that liberals approach problems through an "engineering" mindset and that is that the majority of engineers are in fact very conservative in their views, both political and technical. Engineers don't approach each problem as a new, never-before encoutered problem as liberals seem to do. Instead, each new problem is viewed as a variation of a problem a previous engineer has surely encountered somewhere, so the problem is reduced to researching previous sucessful answers to homologous problems and adapting them to the new situation. Can you imagine if the Boeing engineers designed the next generation of jetliners the way liberals would design our next health-care system? 2. In the U.S. context, engineers may be politically conservative, but historically, their predilection for viewing human nature, politics, etc., as problems to be solved has led them to be over-represented in various totalitarian movements. A wise friend of mine once said, "America is run by lawyers; the Soviet Union was run by engineers." ("Social engineering" was originally a positive term.) A more contemporary example might be the Muslim Brotherhood in Egypt, whose membership was so characterized by middle-class, disaffected technocrats that Egyptian slang dubbed the Ikhwân al-Muslimîn (Muslim Brotherhood) the Ikhwân al-Muhandisîn ("The Brotherhood of Engineers"). Tuesday, March 30, 2004
Smoke yourself away, far away…
As pessoas podem-se achar no direito de gostar de conduzir depressa mas não é por isso que deixam de existir limites de velocidade. O bem-estar e a segurança de uns não deveriam ser comprometidos pelos caprichos de outros. Em sociedade, a minha liberdade deverá acabar quando a do outro começa, por princípio e sempre que possível. A proibição de fumar em locais públicos pode ser vista por muitos de nós como uma medida puritana dos anglo-saxónicos mais ocidentais, mas ninguém contesta que seja uma medida inteligente de segurança e higiene pública, de extrema eficácia. Não se trata de ostracismo exacerbado para com os nossos concidadãos viciados no fumo, trata-se de educar, proteger, reduzir gastos dos departamentos de oncologia de nossos hospitais. Não sei como é que alguém com cancro no pulmão, por fumar a vida inteira, pode ser comparticipado pelo estado no seu tratamento, quando fumou sempre avisado (pelo estado) das consequências nefastas do acto. Poderão apelidar a minha posição anti-tabagista de ser egoísta, mas também é a de muitos fumadores que não respeitam o próximo quando puxam do cigarro, sem se darem conta de que ao lado poderão estar pessoas incomodadas ou com problemas respiratórios crónicos. Tal como o símbolo do Visa, também o da autorização de fumar poderia ser afixada na entrada dos estabelecimentos públicos. Tratando-se de uma droga que mata, fará todo o sentido em desincentivar o seu uso. Não bastam os impostos sobre o tabaco. Esses provavelmente não cobrirão as despesas públicas de saúde associadas. A elasticidade-preço de um produto que proporciona vício é praticamente nula (inelástica, na terminologia económica). A questão neste país é que uma medida destas poderia ter uma aplicabilidade prática inconsequente. Em certos estados americanos, quando alguém vê um veículo exceder o limite de velocidade, liga para as autoridades competentes a fazer uma denúncia imediata e logo aparece o helicóptero a sondar. Estão a ver isso acontecer aqui? Pois é… Monday, March 29, 2004
DUBLIN, Republic of Ireland (Reuters) -- The Republic of Ireland has become the first country in the world to outlaw cigarettes in all its restaurants and pubs, to the delight of non-smokers but the dismay of some publicans who say they will have to police the ban.
From midnight on Sunday it became illegal to smoke in virtually all workplaces, closed public spaces and on public transport, with fines of up to 3,000 euros ($3,825) for transgressors.
Contra a Demagogia, marchar, marchar.
Lista de Espera Janeiro de 2002: 123 pessoas em lista de espera para cirugias. Tempo médio de espera: 5.5 anos Compromisso: Eliminar a lista de espera até final de Novembro de 2004. Janeiro de 2004: 100 mil cirugias realizadas (88 mil pelo SNS, 12 mil por diversas instituições sociais e privadas). Restantes 23 mil serão realizadas até ao final do mês de Março de 2004 (8 meses antes do prazo). Lista de Inscritos: Entre 1/7/2002 e 31/12/2002, incluindo aquelas que receberam até à vespera daquele dia a indicação cirúrgica. Nenhum sistema da UE considera todas estas pessoas. O NHS inglês considera apenas pessoas inscritas há mais de 6 meses. Em 2003, houve mais 530 mil novas consultas hospitalares!! Destas, resultaram 45 mil pessoas encaminhadas para cirurgias. A Lista aumentou por eficiência e não por ineficiência, como no passado. Novos inscritos: 113,5 mil aguardam cirurgia há mais de 3 meses e 35 mil há menos de 3 meses. A Lista não é sujeita a expurgo, incluindo pessoas inscritas em mais de um Hospital, outras sem indicação cirúrgica, já intervencionadas mas sem lhes terem sido dado alta, etc. 60% das pessoas desta lista que foram chamadas, tinham já sido operadas ou já não tinham indicação cirúrgica. O essencial não é o número, o essencial é o Tempo de Espera: O que é que se prefere, 500 mil pessoas em Lista de Espera com um Tempo de Espera de 1 mês, ou uma Lista de Espera com 50 mil pessoas e um Tempo de Espera de 12 meses? A 30/6/02 o prazo médio de espera era 5.5 anos. Hoje são 8 meses. O PECLEC (Programa Especial de Combate às Listas de Espera) realizou cerca de 50 mil cirugias em horário de serviço normal, e não em horário extra. A Produtividade do sistema hospitalar aumentou entre 2002 e 2003 em 7.44%, realizaram-se mais 32.646 cirugias, não entrando em linha de conta com as cirugias inseridas em programas especiais (e, 2002 o PPMA - Programa para a Promoção do Acesso - e em 2003 o PECLEC em Horário Extra) Compromisso Eleitoral Até ao final do mês de Abril, e alargado gradualmente, uma vez ultrapassado o tempo de espera clinicamente aceitável para cirugia, o cidadão poderá recorrer a qualquer unidade hospitalar que entender (pública, privada ou social) sendo o respectivo custo da intervenção suportado pelo Estado. (Dados e Texto adaptado de Comunicação do PPD-PSD Lisboa) Sunday, March 28, 2004
Ciclos e recuperação económica
Pedro Pita Barros «A existência de ciclos económicos de cerca de 10 anos ocorre de forma quase independente das políticas económicas seguidas. E diferentes políticas foram seguidas em fases semelhantes de ciclos distintos. Tal pode ser o reflexo de uma certa robustez da economia portuguesa a eventuais erros de política económica, e de uma sua pouca sensibilidade a medidas de política económica. (...) Assim, se neste momento for necessário ter alguma opinião, sou partidário de que a economia portuguesa se encontra a iniciar a recuperação do ciclo económico. (...)» A verdade é que todas as projecções credíveis dizem que Portugal crescerá, em média e até 2010, pouco mais de 2% ao ano. Note-se que os panfletos partidários do Partido Socialista dizem coisas diferentes. A escolha é livre.
É bem possível que sim, aquilo que não é value for money de certeza foi a garrafa Tapada do Chaves de sexta à noite. Vinho desilusão da semana.
Friday, March 26, 2004
Ele era um Homem Santo…
Um idoso que viveu numa cadeira de rodas, que lutava desde a infância de uma forma destemida contra a sua desafortunada existência tetraplégica, líder carismático, um dirigente palestiniano (eleito por sufrágio universal, certamente), um líder e símbolo máximo da “resistência” islâmica (resistência ao progresso, talvez….), um chefe espiritual… Estamos a falar, como é óbvio, do saudoso Sheikh Ahmed Yassin, o único líder do hamas que não era terrorista….mas sim líder espiritual…claro…nós acreditamos….nesse caso, os mísseis foram enviados pelo espírito santo…em forma de pomba divina, ou em forma da santa trindade. Pois é, a problemática subsiste. Mesmo dando o desconto da sua hipotética espiritualidade avançada, a verdade é que tinha uma agenda política e militar bem objectiva, cuja operacionalidade terrena, para além de não coadjuvar na ascensão de ninguém a estados de consciência elevada, implicava o esventramento carnal de inocentes através do detonamento de objectos explosivos. Quem é que duvida que o mesmo não aconteceria ao “homem da michelin” se tivessem oportunidade para tal? Esta esquerda não aprendeu nada com o Gengis Khan? Quando no séc XIII, Gengis Khan “anexou” o Tibet, Kublai, o seu filho, converteu-se ao budismo tibetano, tornando-se patrono da seita Sakyapa. Quando entregou a administração do território aos seus lamas, iniciou-se uma guerra longa entre as seitas Sakyapa e Gelupka. No séc XVI , Altan Khan põe fim à disputa e nomeia o Dalai Lama: Oceano de Sabedoria, o maior lama da seita Gelupka que adquire um grande prestígio, e no século seguinte Gushri Khan nomeia o quinto Dalai Lama, o Grande Quinto, o governador do Tibet. Não obstante a “elevada espiritualidade” do clã dos Khan, a China não deixou de construir uma muralha para afastar “os maus espíritos”. Como se vê, nas mãos de cúmplices idealistas, a história molda-se melhor do que a plasticina nas mãos de uma criança. Por esse motivo, desde sempre respeitei muito poucos políticos a falar de história.
The Queen fights back
Boris Johnson says the challenge of immigration is causing Labour to change its mind on what it means to be British. Thursday, March 25, 2004
Sobre esta polémica:
Scarlett Johansson, por favor, despe-te. Aqueles de nós que visam atingir o prazer sem ser pela via da privação rogamos-te que te dispas brevemente. In style, but no clothes. Aqueles que estão com Nelson Rodrigues, façam o favor de não ver e ficamos todos felizes e contentes. Boa?
Um quase bom gatuno
Se o objectivo é assaltar alguém, um bom gatuno deve ser prático. Chega e pede o que quer. Dá-se ou não se dá. Se não se dá, o gatuno mostra ao que vem e acabam logo alí os preliminares do assalto que mais não são do que uma perda de tempo. Terça-feira à noite descia tranquilamente a escadaria do metro na Avenida da República, quando um quase bom gatuno correu desalmadamente na minha direcção. Se o gatuno tivesse puxado da sua pistola de imediato era o gatuno perfeito. Avista o alvo, corre para ele, aponta a pistola e retira o que existe e interessa da vítima. Tivesse sido assim e era um gatuno digno da minha simpatia. Tê-lo ia esbofeteado com prazer. Acontece que depois do sprint, o gatuno pede-me uma moeda. Tremenda desilusão. Lá íamos ter de entrar nos teatrais preliminares. O jogo deveria continuar até ao fundo do túnel, lugar deserto supostamente ideal para um assalto mais discreto. Acontece que não sendo tão idiota como o gatuno, disse-lhe que não havia moeda nenhuma e virei de direcção. E aqui o gatuno ganhou alguma da minha simpatia. Gritou: «Não tentes fugir!!» e lança-se deliberadamente para cima de mim, envolvendo-me numa estimulante luta greco romana. Gosto dos gatunos nestes momentos. Não dão tempo à vítima para que esta lhe pergunte se se sente um cidadão excluído, se já ouviu falar no rendimento mínimo ou opções de reinserção social. Avançam e agridem. Gosto deles assim, legitimam a resposta, é possível enfiar-lhes a cabeça no caixote do lixo do metro, como de resto bem merecem, e não levo com a esquerda sociológica desculpabilizante em cima. Este era um quase bom gatuno, segundo a conversa que tive depois com a PSP, e depois do reconhecimento fotográfico na Polícia Judiciária, o tipo normalmente chega e puxa da pistola, e anda a fazer a vida negra a meia Lisboa. Ataca tudo e todos. Lojas e cidadãos. Sozinho e em grupo. Ao contrário das anteriores vítimas, ofereci resistência, a luta greco romana sem tréguas fê-lo desistir, e cada um de nós seguiu a sua direcção. Parece que ainda não atingiu o meu estilo perfeito de gatuno, fraquejou e pediu "a moeda". O mundo do crime também não é perfeito.
Há UBLs e UBLs
Sept. 11 Report: Intel Confusion Let UBL Escape. É bom mandar um e-mail para prevenir mal entendidos, não vão mísseis começar a cair onde não devem. Wednesday, March 24, 2004
O nosso Von Rumsfeld sabe-a toda V
«As the President has made clear this wasn’t about law enforcement. He declared that henceforth: "any person involved in committing or planning terrorist attacks against the American people becomes an enemy of this country . . . . Any person, organization, or government that supports, protects, or harbors terrorists is complicit in the murder of the innocent and equally guilty of terrorist crimes. [And] any outlaw regime that has ties to terrorist groups and seeks or possesses weapons of mass destruction is a grave danger to the civilized world -- and will be confronted." In the ensuing two years, thousands of terrorists have been rounded up, and two terrorist regimes have learned the President meant what he said. That is why our country and our coalition is at war today. That is why we have forces risking their lives, at this moment, fighting terrorists in Afghanistan and Iraq and elsewhere across the world. That is why the President is marshalling all elements of national power -- military, financial, diplomatic, law enforcement, intelligence and public diplomacy. Because to live as free people in the 21st century, we cannot think we can hide behind concrete barriers and wire mesh. We cannot think that acquiescence or trying to make a separate peace with terrorists to leave us alone, but to go after our friends, will work. Free people cannot live in fear and remain free. The only course is to stop terrorists before they can terrorize. That is the task.» (Link)
O nosso Von Rumsfeld sabe-a toda IV
«I noted that terrorists had learned important lessons. They had learned that terrorism: “is a great equalizer, a force multiplier. It is cheap, deniable, yields substantial results, is low risk, and … [often] without penalty.” They had learned that “[a] single attack … by influencing public opinion and morale, can alter the behavior of great nations…” Moreover, I said, free people had learned lessons as well -- that terrorists have a sizable advantage: “Terrorist attacks can take place at any time, [in] any place, using any technique,” and “regrettably, it is not possible to defend every potential target, in every place, at all times, against every form of attack.” I said that: “Terrorism is a form of warfare, and must be treated as such. As with other forms of conflict, weakness invites aggression. Simply standing in a defensive position, absorbing blows, is not enough. Terrorism must be deterred.” That was 20 years ago. But the lessons apply to our circumstance today.»
O nosso Von Rumsfeld sabe-a toda III
«It had become increasingly clear that we could no longer afford to treat terrorism as a manageable evil – that we needed an approach that treated terrorism more like fascism -- as an evil that needed to be not contained, but fought and eliminated. (...) What can be done? We can remain vigilant. (...) Not long ago, we marked the 20th anniversary of another terrorist attack: the suicide bomb attack on the U.S. Marine barracks in Beirut -- a blast that killed more than 240 Americans. Soon after that attack, President Ronald Reagan and Secretary of State George Shultz asked me to serve as Presidential Envoy for the Middle East. That experience taught me lessons about the nature of terrorism that are relevant today as we prosecute the global war on terror. After the attack, one seemingly logical response was to put cement barricades around buildings to prevent more truck bombings. But the terrorists quickly figured out how to get around those barricades: they began lobbing rocket-propelled grenades over the cement barriers. The reaction was to hunker down even more. We started seeing buildings along the Corniche, the boardwalk that runs along the sea in Beirut, Lebanon, draped with a metal mesh, so that when rocket-propelled grenades hit the mesh, they would bounce off, doing little damage. It worked, only briefly. And the terrorists again adapted. They watched the comings and goings of embassy personnel and began hitting soft targets – killing people on their way to and from work. So for every defense that was put up, first barricades, then wire mesh over buildings, the terrorists moved to another avenue of attack.»
O nosso Von Rumsfeld sabe-a toda II
Segundo Rumsfeld, se os EUA tivessem atacado o Afeganistão antes do 11 de Setembro, ter-lhe-iam sido colocadas as seguintes questões: «• Where is the “smoking gun?” • How can we attack Afghanistan when it was al-Qaeda that attacked us? • Aren’t North Korea, Iran, Iraq, or Libya more immediate threats than Afghanistan? • Shouldn’t overthrowing the Taliban regime be the last step, not the first? • Why can't we just take out terrorist training camps? • If we go to war in Afghanistan, does it mean the U.S. will now go to war with every state that harbors terrorists before they have threatened us? • Should we go to war when there is no international consensus behind ousting the Taliban regime by force? • Wouldn’t U.S. intervention enrage the Muslim world and increase support for the terrorists? • How can we go to war when not one country in the region publicly supports us, and many seem to be opposed? • Wouldn’t the U.S. get bogged down in an expensive, dangerous long-term military occupation? • Wouldn’t we open ourselves to the risk that other rogue regimes might take advantage of the fact that the U.S. is tied up in Afghanistan to invade neighbors or cause other mischief? • Won’t launching a pre-emptive strike simply provoke more terrorist attacks against the U.S.? • If the Taliban and al-Qaeda knew we intended to overthrow their regime and destroy their network, what would they have to lose by launching a catastrophic attack in the U.S.? Those are essentially objections that were raised against military action in Iraq. And they were voiced after September 11th, in a nation that already had experienced the loss of 3,000 innocent men, women and children to a surprise attack.»
É a guerra, é a guerra, na versão dos Democratas Americanos
«Cohen said the the military objective on August 20, 1998, was "to kill as many people in those camps as we could" and to "take out" a pharmaceutical plant in Sudan that was believed to have been used by terrorists. "We went after as many as we could and as high as we could. We didn't know whether [bin Laden] would be there for sure. We hoped he would be there. He slipped away apparently." (...) Commissioner Bob Kerrey, a former Democratic senator from Nebraska, blasted Cohen's responses. "We had a round in our chamber and we didn't use it. That's how I see it," he said. "I don't buy it." Cohen again reiterated he thought an invasion of Afghanistan in the fall of 2000 was "unrealistic." "We can be faulted for that," Cohen said. "I just don't think it was feasible." Kerrey then responded: "I'll just say for the record, better to have tried and failed than to have not tried at all."» A tese do Democrata Bob Kerrey é que depois do ataque ao USS Cole, e da declaração de guerra de Bin Laden aos EUA, estes deveriam ter invadido o Afeganistão.
O nosso Von Rumsfeld sabe-a toda.
"Even if bin Laden had been captured or killed in the weeks before September 11th, no one I know believes that it would necessarily have prevented September 11th ... 9/11 would likely still have happened. And ironically, much of the world would likely have called the September 11th attack an al Qaeda retaliation for the U.S. provocation of capturing or killing bin Laden." Donald H. Rumsfeld,testimony before the 9/11 commission. (Via CNN) Tuesday, March 23, 2004
Os amigos são para estas ocasiões
«The fact that Al Qaeda is calling for revenge for Yassin's killing demonstrates how wars cause everyone to choose sides.» (Via Jonah Goldberg no The Corner da NRO) Monday, March 22, 2004
Boas notícias
Management Buy Out na Bombardier? Um MBO vale mais do que 1 milhãoo de Carvalhos da Silva a gritar sobre a viabilidade do que quer que seja.
Entrevista de André Glucksmann ao Le Figaro.
Algumas das perguntas: Are Europeans blind to this threat? Precisely. In your book, West Against West, you talk of Islamism as if of a machine for "total war" against civilians... In other words, as you say in your book Dostoevsky in Manhattan, Islamism is one of the many contemporary variants of nihilism. Can you explain this point? You call on intellectuals to have more lucidity and courage in the face of international jihadism. What do you mean? (Tradução para Inglês do NoPassarán) Via Merde-in-France
« 'Islam is the only answer. Everything springs from that." - Sheik Ahmed Yassin, Fundador do Hamas e líder "espiritual".
(...) Yassin’s Hamas was responsible for scores of suicide bombings and other deadly attacks on Israelis. Since the latest wave of violence began in September 2000, 474 people — the majority of them Israelis — have been killed in 112 Palestinian suicide bombings, most of them carried out by Hamas. (...) Hamas' ideological force The frail Yassin was the ideological force behind the militant group, which rejects the existence of Israel and opposed interim peace accords. More recently, he said it would be acceptable to establish a Palestinian state in the West Bank and Gaza to be used as a temporary base to destroy Israel. Hamas’ goal of establishing an Islamic state in Israel, Gaza and the West Bank put it not only at odds with Israel but also made it a a threat to the Palestinian Authority, which takes a secular approach to governing and recognizes Israel. In response to his unyielding rejectionist attitude and the almost unrelenting Hamas attacks, Israel marked Yassin for death. (...)» (Via MsNBC)
Este fim de semana apeteceu-me pontapear o Caderno de Economia do Expresso, escrever uma carta ao seu corpo Editorial e dizer umas verdades ao Editor Nicolau Santos e à jornalista que assinou a peça que dizia a seguinte barbaridade: «Défice Maior era Melhor»
O sexo feminino achou que fim de semana era para ir para a praia e não blogar, e o António (BullandBear?) da Grande Loja fez algum trabalho. Deus lhes pague, aos dois. Procura-se na imprensa portuguesa quem tenha desmontado a notícia do Expresso. Boa sorte.
Política, Futebol e Outros
Por mais verdades que se demonstrem à massa cultural que define um País, esta acaba sempre por ceder às pulsações do sangue quente que lhe ferve na cabeça. O modus vivendi de alguns que se definem como “benfiquistas”, não é mais que o reflexo de uma triste e adormecida nação. Quais viperinas criaturas, agora escondidas nas profundezas de uma frustação da eterna glória perdida e que apenas se manifestam, quais cobardes seres rastejantes e oportunistas, quando o opositor resvala. Rejubilam de forma infinitamente superior, na desgraça do inimigo, mais do que na sua própria graça. A cultura do demérito instala-se no pensamento. Felizmente existem lúcidos. Abaixo, um exemplo, dessa rara manifestação. A de ver, sentir e descrever a realidade. Como ela é. "É uma vergonha mas sou do Benfica. A confusão em torno da Selecção Nacional é tão estúpida que me sinto também um pouco estúpido a escrever sobre ela. Até porque, aparentemente, esta questão não tem nada a ver com o “briefing”, nem com estas coisas da publicidade. Aparentemente. Depois de ver o Porto jogar, cilindrando o Manchester, tive pena de não ser do FC Porto. Infelizmente, sou do Benfica, o que cada vez mais me soa a defeito e a falta de inteligência. O pior é que estas coisas não se escolhem. Se Portugal fosse um bocadinho como a equipa do Porto, se não tivesse medo da concorrência, se corresse durante os 90 minutos que dura o jogo, se acabasse esgotado, tendo ganho ou não, se assumisse a derrota como uma falha e não como um erro do árbitro, das condições climatéricas e da relva. Se Portugal fosse todo assim, como são os do Porto, isto seria melhor. O problema é que Portugal é um país absolutamente benfiquista. E para um Benfiquista é pouco importante ganhar. O que é importante é ser do glorioso, ou pelo menos parecer. Um Benfiquista é alguém que vive da aparência e da opulência de um passado cada vez mais longínquo, em que a lenda se confunde com a realidade, substituindo-a gradualmente. Os portistas vivem do presente. Vivem da vitória. A coisa é de tal forma que quando jogam com clubes portugueses eles já perdem metade do gozo e jogam a meio gás. Por tudo isto, é que não percebo as dúvidas e confusões na cabeça de Scolari. A Selecção Nacional portuguesa devia incluir todos os jogadores do Porto que podem jogar por Portugal, e depois era só arranjar um ou outro para preencher os espaços em branco, juntando um Figo, e um Pauleta, e quanto menos, melhor. O Portugal do Porto, é melhor do que o Portugal do Benfica, do Sporting ou dos imigrantes em Itália, Espanha e Inglaterra, cheios de madeixas no cabelo e tiques de pop-star de boys bands fugazes. Os do Porto, que infelizmente não são os meus, trabalham, correm, choram. Os meus, que são os outros, não. Fazem outras coisas. Nunca ganham é nada." Mário São Vicente , Director Editorial da Briefing Esta cultura, a da mediocridade, da cobardia, da inevitabilidade e da causalidade forçada sempre (e se Ele quiser) a terceiros - a quem depois faremos um minuto de silêncio ou instauraremos um dia Europeu de luto - está instalada. Aplica-se a muitos que vivem o clubismo, vestidos de vermelho, de verde e de azul. E que transportam essa inércia cerebral, para o comportamento do quotidiano. O futebol representa, neste caos orgiástico, o eufemismo necessário. Aqui, em Portugal. Ao lado, em Espanha, no comportamento político que define o retrocesso a que estas Nações Mediterrânicas se dispuseram. Os Espanhóis, no melhor momento de uma orgia de impulsos comunistas, decidiram em 4 dias, a destruição daquilo que se contruiu em 4 anos. Falharam os dirigentes, falharam os dirigidos. Ao poder, exigia-se a convicção, a causa, a razão. Verifcámos que a maturidade política de nuestro hermanos, é exígua. É, ainda, insegura, vacilante nos momentos em que a liderança mais exige competências. Numa clara caricatura daquilo que ainda, nós Ibéricos, não conseguimos afastar. Uma efeverscência de rubor social, Naíf na ausência de assertividade intelectual, que premeia a Conjuntura e destroi a Estrutura. Que se materializa em circúlos de governação inóquos, de assumidos contrastes, auto-destrutivos na sede do lesivo Narcisismo. Interessa destruir, destronar e "olvidar", em vez de construir, complementar e enaltecer. A não continuidade, é legado do nosso Passado recente. Não poucas vezes o referi. O tempo, dá-me razão, na verdade que tantas vezes coloquei diante de olhos de Socialista com juízo. Até eles, agora se distanciam, das famílias que geriram desatrosamente Portugal como uma colónia de campestres incultos. A sua actual demência, deixa transparecer a vil prepotência que aceitámos. Deixa a nu, as debilidades fétidas com que muitos, cegos, pactuaram. Estou preocupado, no mesmo grau de importância, com Zapatero, aqui ao lado. Julgava Ferro o mais inábil dirigente Socialista na História Peninsular. Agora, tenho dúvidas. E vejo o nosso conquistado Iberismo, a perder-se na névoa das montanhas fronteiras. O Atlântico, aparece, de novo, como a proposta de Horizonte. Essa, é a Esperança. Friday, March 19, 2004
«(...)
Por eso me da tanta pena ver las pancartas en las manifestaciones y los gritos dirigidos a unos asesinos que no escuchan, que no pueden escuchar, de la misma manera que entraron y salieron de esos trenes sin ver a nadie. Sin darse cuenta de nada. Gritarle a un asesino es como cantarle al fuego, el fuego se apaga o nos consume, no se le calma ni se le convence ni se negocia con él, al fuego si siquiera se le insulta. No vale de nada. (...) Y conviene decirlo, porque a la izquierda progresista enseguida se nos va la cabeza y acabamos llamando a los terroristas del 11 de Septiembre -lo leí en su día con indignación, kamikazes de la miserfia y eufemismos similares. Y es que la izquierda ha, hemos, perdido pie desde hace tiempo, entre la nostalgia de las barricadas, el progresismo de salón, la libertad de expresión amenazada, el chapote instrumental, el pensamiento pegatina, las canciones protesta, la arrogante superioridad moral, la paja en el ojo ajeno y la viga en el propio. (...) En cuanto a mi colectivo, intelectuales y artistas, como nos llama Savater, deberíamos hacer un esfuerzo por dejar de poner a salvo el alma roja y bajar la mirada hacia el rojo de la sangre. Ya lo decía Evtushenko: A la izquierda compañeros, siempre a la izquierda, pero nunca más a la izquierda de vuestro propio corazón.» Ray Loriga, Escritos (publicado no El País)
Toda a verdade
Os relatórios do SNI espanhol, as comunicações com as Embaixadas e os documentos do Ministério do Interior, em formato pdf, aqui. Thursday, March 18, 2004
Populismo para mim, mas não para ti.
«José Blanco, secretario de Organización del Partido Socialista Obrero Español (PSOE), ha afirmado que el llamamiento que hizo John Kerry, candidato demócrata a la Casa Blanca, para que el próximo presidente español, José Luis Rodríguez Zapatero, reconsidere su decisión de retirar las tropas españolas de Irak responde a que el rival de George Bush necesita "impactar" en la sociedad norteamericana y "conseguir votos". » (Link) Claro que a promessa eleitoral de Zapatero de retirar as tropas não tinha nada a ver com a necessidade de "impactar" e "conseguir votos". Dói, não dói, caro José Blanco?
Almodovar é um democrata, excepto quando tem de trabalhar para isso.
Pedro Almodóvar había sido requerido como vocal de una mesa electoral el 14-M. El cineasta no se presentó. Al parecer tenía "insomnio transitorio". Algo que no le impidió después dar una rueda de prensa para decir que con la derrota del PP "había ganado la democracia". El ejemplo de Almodóvar puede cundir después de que fuentes de la JEC digan que es "habitual" que "miles de personas" no se presenten y que por eso "no suelen penarse". Link
Afinal onde está a mentira e a manipulação?
A TSF não conta a história toda. Mas o DeDireita está cá, também, para isso: El Centro Nacional de Inteligencia (CNI) informó al Gobierno a las 15.51 horas del pasado día 11 tras los atentados de Madrid que "se considera casi seguro que ETA es la autora de estos atentados". El informe exponía que con los atentados de Madrid ETA buscaba la misma "gran convulsión" que generó en 1997 el secuestro y asesinato del concejal del PP en Ermua Miguel Ángel Blanco y que desencadenó el Pacto de Estella. El Gobierno ha desclasificado los informe del CNI para reponder a la "campaña de difamación".
Mais Resultados, Cedências e Incentivos
"«Deixámos o povo espanhol escolher entre a guerra e a paz. Ele escolheu a paz elegendo o partido que se opôs à aliança com a América na guerra contra o Iraque», indica o texto assinado por: «Brigadas Abou Hafs al-Masri/al-Qaeda». «É por isso que a direcção (da al-Qaeda) decidiu suspender as operações em território espanhol contra objectivos civis até serem conhecidas as orientações do novo governo, que prometeu retirar as tropas espanholas do Iraque», acrescenta o comunicado, cuja autenticidade está a ser analisada. «Apelamos a todas as nossas brigadas que operam em território europeu a suspender todas as operações», pode ainda ler-se. Ameaça aos «servos da América» Neste comunicado atribuído à al-Qaeda, «os servos da América» são ameaçados de atentados semelhantes aos que ocorreram em Madrid, sendo referidos o Japão, Itália, Grã-Bretanha, Arábia Saudita, Austrália e Paquistão. «Tirem lições, ó servos da América, as brigadas da morte estão à vossa porta. Vamos atingi-los com mão de ferro, no lugar e no momento adequados», acrescenta o texto, fazendo referência ao presidente paquistanês Pervez Musharraf e à família real saudita. (...)"TSF
Resultados e Incentivos
AL QAEDA'S GAME PLAN «CNN also has obtained a document posted on an Internet message board analysts believe is used by al Qaeda and its sympathizers that spells out the terrorist group's plan to separate Spain from the U.S.-led coalition on Iraq. The strategy spelled out in the document, posted last December on the Internet, calls for using terrorist attacks to drive Prime Minister Jose Maria Aznar's Partido Popular from power and replace it with the Socialists. That was expected to drive a wedge between Washington and Madrid and result in the withdrawal of Spanish military forces from Iraq. "We think the Spanish government will not stand more than two blows, or three at the most, before it will be forced to withdraw because of the public pressure on it," the al Qaeda document says. "If its forces remain after these blows, the victory of the Socialist Party will be almost guaranteed - and the withdrawal of Spanish forces will be on its campaign manifesto."» CNN
Ouvir o Dr. Júlio Machado Vaz falar, causa uma ligeira irritação interior que ainda não consegui resolver. A morfologia discursante da sua postura emproada leva-nos a querer acreditar que a prédica que lecciona permite-nos alcançar verdades novas e elevadas e a mentalizar espirais acentuadas de uma consciência diferente e profunda pelas coisas e pela existência. Infelizmente, a maioria das vezes, não passam de retórica e jogos malabaristas de lógica condimentada com dialéctica caseira.
Se pusessem a Cicciolina a falar, sempre aprenderíamos mais qualquer coisa. O empirismo é a mãe das verdades. Wednesday, March 17, 2004
Quiz
A mudança de agenda por parte de um país devido a um atentado terrorista tem como efeito sobre grupos terroristas: a) Incentivo a novos atentados sempre que desejar mudar a agenda b) Desincentivo a novos atentados sempre que desejar mudar a agenda c) Não tem qualquer efeito
Há uma certa esquerda portuguesa que quer tentar convencer-me que as eleições espanholas não estão manchadas de sangue inocente, e que a vitória do PSOE não teve nada a ver com o trágico e bárbaro acontecimento.
Há terroristas que põem bombas. Outros há que o as afagam com palavras mansas. Uns alimentam a hiena, os outros fazem-lhe festas. Cuidado com o bicho, ele também morde ao dono...
17 March 2004
STATEMENT BY THE NORTH ATLANTIC COUNCIL ON TERRORIST ATTACKS IN MADRID The North Atlantic Council with Invited Countries, meeting today in its first regular session after the barbaric terrorist acts perpetrated last Thursday in Madrid, expressed its full solidarity with the Kingdom of Spain after this terrible tragedy and great loss. It expressed its deepest sympathies to the victims, their families and friends and all the people of Spain. It condemned in the strongest possible terms terrorism in all its forms. NATO Allies reaffirmed their determination and remained fully committed to combat this scourge with all means at their disposal. They stand united against such criminal and heinous acts and will be relentless in their response in the face of this threat to their citizens, their rights and liberties and against the core values of their societies. NATO countries, and indeed all countries that share our values of freedom, tolerance and democracy, must win the battle against terrorism. Solidarity is and remains the essence of our Alliance.
O João Miranda cita a máxima "Os países não têm princípios, têm interesses".
Uma boa parte da Esquerda surgiu a aplaudir o post do João, revelando que, afinal, o PSOE, Zapatero, talvez eles próprios não têm princípios, apenas interesses. Nem a RealPolitik, tão encostada ao suposto pragmatismo da Direita tinha ido tão longe. Afinal, a solidariedade internacional, o espírito europeu, o humanismo à escala global, a ajuda aos pobres, vacinação, ajuda médica, comida e cobertores para o terceiro mundo, etc., trata-se tudo de uma charopada. Interesses. Tomo nota e continuo. Cita depois o João o pior dos exemplos: A neutralidade Sueca e Suiça. Ninguém - NIGUÉM - pode ser neutral face a fanáticos, pela simples razão de que os fanáticos não são neutrais nem aceitam neutralidade, no limite alteram pontualmente a sua agenda: "An appeaser is one who feeds a crocodile--hoping it will eat him last"--Winston Churchill A neutralidade Sueca na 2ª Guerra Mundial nunca existiu. E mesmo no papel tem a mesma validade dos papéis que Hitler assinou com a Rússia e Inglaterra. Rasgados e invadidos ou bombardeados quando taticamente lhe interessou. Com fanáticos funciona assim. A "neutralidade" Sueca traduziu-se, na prática, num documento de derrota. A Suécia abriu postos para os seus cidadãos se alistarem nas tropas Nazis (German Legation in Stockholm or throught the Auslands Organization) e Finlandesas. Sim, porque parte do ideal social democrata lutou lado a lado com o Axis. Já só sobrava Berlim na assassina ideologia Nazi, e soldados Finlandeses e Suecos (Nordland Division) lutavam lado a lado dos Alemães na sua desesperada defesa. As coisas a que a "neutralidade" leva os povos.
This well known photo of a blown-up armored car in Berlin was actually one of the Schwedish Kompanie's vehicles in the Nordland Division. It could have been company commander Pehrssons command vehicle that was shot up on the Friedrichstrasse just south of the Hitler Chancellery on the 1st of May, 1945.
Six Swedish officers in the Waffen-SS at the Narvafront, spring 1944 Já com a Suiça o caso é semelhante, a "neutralidade" não foi mais do que colaboracionismo na máquina de guerra nazi, como depósito de divisas e como a base de toda a operação do chamado "ouro nazi". A questão que se põe é, terminada a guerra, e no cenário de vitória nazi, a "neutralidade" Sueca e Suiça seria certamente revista pelos vencedores, tal como foi a paz de Chamberlain ou a paz com os Russos. Quem comete o Holocausto ou assassina inocentes em comboios não é credível para absolutamente nada. "Neutralidade" face aos terroristas (a própria expressão causa-me náuseas) significa ceder um pouco agora para ceder tudo depois. Se aos terroristas lhes apetecer, porque, pelos vistos, são eles quem mandam. Dizia Tony Blair no mesmo dia em que as tropas Britâncias avançaram sobre o Iraque: «Some say if we act we become a target, the truth is all nations are targets. (...) Britain has never been a nation to hide at the back but even if we were it wouldn't avail us. (...) As so often before on the courage and determination of British men and women serving our country the fate of many nations rest. (...)» Não é só uma questão de interesses, é uma questão de estatura moral e coragem para a qual nem todos estão moldados.
A contenção do Comunismo funcionou quando a Europa gritou bem alto "Better Dead Than Red".
E constituiu um Bloco de Defesa e Contenção: A NATO. Uma vez mais Europa e EUA partilham a mesma ameaça, e não vai ser desagregando este bloco que se obterão melhores resultados. Mais ofensivo, mais defensivo, mais contenção, menos contenção, é essencial que o Ocidente não se desagregue na luta contra o terrorismo. Porque é contra a civilização ocidenta que esta guerra "santa" é realizada. E mesmo para quem não goste de George Bush ou dos EUA, julgo que ninguém mentalmente são prefere Osama a Bush. Ou o antigo Afeganistão Talibã aos EUA. No limite entendam Bush como um aliado de circunstância, não façam é o jogo dos terroristas. «If Hitler invaded hell I would make at least a favorable reference to the devil» Winston Churchill in the House of Commons
Ernesto Guevara. The Osama Bin Laden of his time.
«(...) Che Guevara is still worshipped by the young Leftists of Western universities but as a Cuban writes of him: "He did not have any business in Cuba but he went there to kill Cubans. He did not have any business in Africa but he went there to kill Africans. He did not have any business in Bolivia, but he went there to kill Bolivians, where he eventually died on his own sword.... As far as I am concerned, Ernesto Guevara was the Bin Laden of his time.... It will be very insulting for millions of people if, 30 years from now, they were to see in the streets people wearing Bin Laden T-shirts, as it is now for us to see people using Che Guevara's T-shirts." Actually both Castro and Guevara have more in common with Mussolini (the founder of Fascism) than anyone else -- though that is probably unkind to Mussolini. As it says here: "From 1912 to 1914, Mussolini was the Che Guevara of his day, a living saint of leftism. Handsome, courageous, charismatic, an erudite Marxist, a riveting speaker and writer, a dedicated class warrior to the core, he was the peerless duce of the Italian Left. He looked like the head of any future Italian socialist government, elected or revolutionary...." Hayek had it right long ago: "Hayek's challenge was to argue that German Nazism was not an aberrant "right-wing" perversion growing out of the "contradictions" of capitalism. Instead, the Nazi movement had developed out of the "enlightened" and "progressive" socialist and collectivist ideas of the pre-World War I era, which many intellectuals in England and the United States had praised and propagandized for in their own countries."»
Mais Teoria dos Jogos
Estratégia Recompensada: 1. Rewarding terrorism 2. «(...)Is always - ALWAYS - counterproductive to give in to terrorists. Even lunatics understand incentives» 3. Al Qaeda and its multiple off-shoots have learned a couple of things recently. The first is that the U.S. will not cower before a terror attack. (...) But now the Jihadists know something else: that the 9/11 gambit can work in Europe.
No mesmo texto de Mark Steyn:
«(...)The other day, the editor of Le Monde, writing in the Wall Street Journal, dismissed as utterly false the widespread belief among all Americans except John Kerry's campaign staff that France is a worthless ally: "Let us remember here," he wrote, "the involvement of French and German soldiers, among other European nationalities, in the operations launched in Afghanistan to pursue the Taliban, track down bin Laden and attempt to free the Afghans." Oh, put a baguette in it, will you? The Continentals didn't "launch" anything in Afghanistan. They showed up when the war was over - after the Taliban had been toppled and the Afghans liberated. And a few hundred Nato troops in post-combat mopping-up operations barely registers in the scale against the gazillions of Americans defending the Continent so that EU governments can blow their defence budgets on welfare programmes that make the citizens ever more enervated and dependent.(...)»
SPAIN CHECKS OUT
Late swing for Al Qaeda The Spanish dishonoured their dead By Mark Steyn «As Margaret Thatcher would have said: "This is no time to go wobbly, Manuel." But they did. (...) And, if it works in Spain, why not in Australia, Britain, Italy, Poland In his 1996 "Declaration of War Against the Americans", Bin Laden cited Washington's feebleness in the face of the 1992 Aden hotel bombings and the Black Hawk Down business in Somalia in 1993: "You have been disgraced by Allah and you withdrew," he wrote. "The extent of your impotence and weaknesses became very clear." To the jihadis' way of thinking, on Thursday, the Spaniards were disgraced by Allah; on Sunday, they withdrew. The extent of their impotence and weaknesses is very clear. (...)»
O Iraque segundo os Iraquianos
O Iraque segundo Zapatero: "The war has been a disaster; the occupation continues to be a disaster" E venham cá tentar vender-me a ideia que a Agenda Zapatero não tem pontos de convergência com a Agenda Al Qaeda e demais terroristastas islâmicos.
On Hearing that Spain Has Capitulated to the Terrorists By Frederick Turner From Burgos to Valencia in the bright Spanish air The spirit of the Campeador has journeyed in despair, The great sword that Alfonso gave he breaks upon the shore. El Cid has risen from his tomb, he's parted with Ximene, His people, whose bright honor still has never suffered stain, Now run from battle, hide their heads: he is ashamed of Spain. AOI. And now he's passing over sea, toward the lands of dawn; A falcon in the falling dusk, he hears a distant horn; Another spirit travels there Roland, the Frankish-born. High in the snow-swept Pyrenees where he had thought to lie Until the last great horn-blast calls those whose fate is to die, He's cast the shards of Durandal into the starry sky, And in the shades of Roncesvalles where he kept his last stand He has renounced his captaincy and given up command; For who is there to stand with him who loves his native land? AOI. And in the night they pass above the isle of Ithaca, And over white Naupaktos fades the rising morning star; And here the third of the great shades has met them from afar: It is the spirit of Don John, Lepanto's admiral, Who freed ten thousand galley-slaves from the grand Turk's long thrall; He has arisen from his grave in the Escorial. Where once the great guns of the fleets crashed out in victory Three spirits come in grief to seek reburial at sea, For Spain has turned her back upon their antique chivalry. AOI. And who will speak their requiem? A poet who bore a gun: Miguel Cervantes, who was there in fifteen seventy-one And boarded the great galley when the fight was not yet won. "My masters, on the golden hills of Leon and Castile The windmills now unchallenged turn, the Don in fear will kneel Before a wooden giant who is nothing but a wheel; "But you have kept your honor bright, and though it was in vain To guard the walls of Europe then that would fall down again, In exile and forgetfulness, where you are, there is Spain." AOI. Tuesday, March 16, 2004
Questão que ainda não vi ninguém por.
Aos olhos do jogador ETA, os passos políticos de Zapatero constituem um incentivo, desincentivo ou são neutrais quando esta organização terrorista ponderar a execução de um próximo atentado?
É por estas e mais algumas razões que, segundo a Teoria dos Jogos, o jogador Zapatero está a fazer tudo ao contrário.
El mundo según Zapatero, 1 «(...) Desgraciadamente, no parece que los atentados del pasado jueves hayan cambiado los conceptos o las prioridades del señor Zapatero: en sus primeras manifestaciones públicas como candidato electo se ha reafirmado en su idea de que el terrorismo islámico nos ataca por la postura del gobierno del PP en Irak y que es necesario retirar las tropas españolas de ese país si la ONU no toma las riendas políticas de la situación allí. Zapatero y el PSOE asumen una idea no sólo equivocada sino peligrosa: que Al Qaeda nos ataca por lo que hacemos mal en el mundo. Aún peor, que aislándonos de los problemas del mundo musulmán y árabe, pasaríamos desapercibidos por los terroristas. Si bien ese argumento podía ser debatible el 10 de marzo, resulta insostenible el 12. Ya ha tenido lugar un brutal ataque y ese ataque, buscada o inconscientemente, ha venido acompañado de un claro mensaje: 200 muertos bastan para hacer caer un gobierno comprometido activamente con la lucha antiterrorista. Si, además, el nuevo ejecutivo socialista hace lo que dice que quiere hacer, retirarse de Irak, el mensaje será doble: el terror no sólo cambia el mapa político allí donde golpea, sino que vence en su suelo de origen. ¿Quién va ser el próximo? El Gobierno tiene ahora una clara responsabilidad, impedir que otro 11-M tenga lugar en España. Pero tiene que saber, por muy inmaduro que esté todavía, que no se puede hacer depender la seguridad de los españoles de la buena voluntad de los terroristas, sino que hay que garantizarla venciendo al terror. Y vencerlo significa protección de nuestro territorio y también y sobre todo la voluntad de perseguirles allí donde sea necesario. Los santuarios para los terroristas sabemos muy bien para qué han servido en la lucha contra ETA; dejar el oriente Medio o cualquier otro país musulmán como base de operaciones de Al Qaeda no nos va a dar mejor resultado. (...)»
João Miranda, quando tiveres tempo explica-me a lógica que une estes dois blocos:
Bloco A: 1. E agora ... a realidade Zapatero prometeu retirar os soldados espanhóis do Iraque se ganhasse as eleições. Só que essa é a principal reivindicação da Al Qaeda. 2. E agora ... a realidade II E se foi mesmo a Al Qaeda, o PSOE não fará uma política de paz e amor nem tentará compreender e muito menos resolver as "causas do terrorismo". Alinhará ao lado de quem tiver de alinhar, trocará informações com quem tiver que as trocar, procurará aliados onde eles estiverem e fará a guerra se for preciso 3. E agora ... a realidade III E se foi mesmo a Al Qaeda, nem a Dra Ana Gomes defenderá uma política de paz e amor e compreensão para com as "causas do terrorismo". Bloco B: Teoria dos jogos: um bom jogador tentará beneficiar das políticas anti-terroristas dos outros, tentará passar os custos da luta anti-terrorista para os parceiros e tentará estar mais protegido que alguns dos restantes alvos portenciais. Um bom jogador preocupa-se pouco com a repetição do terrorismo na casa dos restantes jogadores. Sempre que isso for tolerado pelos outros parceiros, tenderá a ter uma política dupla. Uma política pública de conciliação com os terroristas e uma política secreta de contra-terrorismo. Ou vice-versa: uma política pública de contra-terrorismo e uma política secreta de conciliação. A estratégia óptima depende de cada país, das suas circunstâncias, das suas vantagens competitivas e da sua vulnerabilidade.
Diz-nos o meu amigo Nuno C. :
«... Estava em Madrid na Quinta-feira pela manhã... ... Recebi um telefonema pouco antes de chegar à empresa com a minha mãe quase a chorar... ... Pouco depois um colega meu saiu a correr do trabalho pois a sua namorada estava num dos comboios atingidos (felizmente safou-se...)... Sinceramente tou-me a cagar para greves, para o que os anormais do Bloco de Esquerda disseram, ou se a ETA é separatista ou terrorista. Por vezes os lugares comuns (lamentar os mortos... condenar estes actos... lutar contra as reacções de medo que surgem naturalmente destas merdas...) fazem mesmo sentido. Não tenho tempo para ler 8 links de noticias... Espero de vós capacidade de processamento de informação e uma visão das coisas de direita... Não a apanhei nos posts dos últimos dias... Possivelmente é o meu receptor "de centro" que não está calibrado...» (texo integral, as reticências vêm no original). Eu diria que é o receptor "emocional", mas adiante. O que por aqui se disse ou se quiz dizer foi: Que o terrorismo não se justifica, que é uma ameaça global, que não se deve alterar a nossa agenda nem ceder. Que se se justificar o terrorismo, considerar que é uma ameaça a alguns e não a todos, imputar culpas a alguém que não aos autores, e alterarmos a nossa agenda para convergir com a dos terroristas, mais pessoas irão morrer. Consideramos que foi um momento triste e o link está para as lamentações na primeira pessoa, na voz dos espanhóis, daí os links para o Libertad Digital e para o Iberian Notes, o blog de um americano em Espanha. Se estás à procura de respostas distintas, não é aqui. Vai perguntar à Al Qaeda, à ETA ou a quem rebentou entranhas de inocentes. A única que eu te posso dar é a minha crença que quem não aceita que o terrorismo é um mal abosulto sem justificação, vai ficar sem essa resposta até ao fim dos seus dias. O resto são propostas. Continuar firme. Não ceder. E ir variando entre a Walter PPK e o B-52.
The Times Recognizes Israel
"An article last Sunday about attempts to create democracy in Iraq misstated the precedent in the Mideast. Iraq would become the region's second functioning democracy, after Israel, not its first."--correction, New York Times, March 14 (via Opinion Journal)
Islaamic conference
1. How the Khilaafah will be restored & Man-made law destroyed.
...80 years on from the destruction of the Islamic state - 3rd of March 1924... Wednesday 3rd of March 2004, From 7pm to 9pm, Central London. For venue, please phone on the day of conference: 07939 737 727. For media enquiries call: 07956 600 569 2. The obligation of inciting religious hatred *
LIVE on Paltalk - 20/03/04 From 6pm to 7:30pm GMT Read More * "One cannot be Muslim without to declare animosity and hatred towards kufr, bid'ah, shirk and nifaaq (Christianity, Judaism, Hinduism, Sikhism, Buddhism, Democracy, Freedom etc.)." (Via Opinion Journal) Monday, March 15, 2004
Pelo apoio de Aznar a Bush ou pela Reconquista da Andaluzia aos Mouros?
«(...)In his penultimate public appearance, the late Osama bin Laden, broadcasting from his cave in the early hours of the Afghan campaign, listed among his principal grievances "the tragedy of Andalusia" – that is, the end of Muslim rule in Spain in 1492. That's 512 years ago, but the al-Qa'ida guys are in no mood to (as the Democrats used to urge Republicans in the Clinton impeachment era) "move on". After half a millennium, even Paula Jones would have thrown in the towel. But not these fellows. They're still settling scores from the 15th century. They might not get around to Johnny-come-lately grievances such as Iraq until the early 2600s.(...)» Link
A Agenda do Terrorismo Islâmico
"We are not fighting so that you will offer us something. We are fighting to eliminate you." Hussein Massawi, antigo líder do Hezbollah "We would have preferred to hit a US frigate, but no problem because they are all infidels." Porta-Voz do Islamic Army of Aden depois de terem rebentado um petroleiro Francês na costa do Yemen.
Segundo a Teoria dos Jogos, Zapatero está a fazer tudo ao contrário:
Spain PM-elect: Troops out of Iraq
(...) Bad boys bad boys Watcha gonna do, whatcha gonna do when they come for you Bad boys, bad boys Watcha gonna do, watcha gonna do when they come for you You chuck it on that one You chuck it on this one You chuck it on mother and You chuck it on you father You chuck it on you brother and You chuck it on you sister You chuck it on that one and you chuck it on me. Bad boys bad boys Watcha gonna do, whatcha gonna do when they come for you Bad boys, bad boys Watcha gonna do, watcha gonna do when they come for you [Fade Out] (Cops, Lyrics by Inner Circle) ![]()
La Bolsa recibe con pesimismo la victoria del PSOE e incrementa sus pérdidas hasta el 3,3 por ciento
Zapatero dice que gobernará en solitario gracias a acuerdos concretos con "casi todos" los partidos
Hoy son Maioria
Futuro Inmediato El sueño de la Paz Contribuiciones a la derrota Cobardes Crónica de hiel y sangre Azuzando el odio y el miedo El cambio rápido Todos íbamos en el tren
Mark Steyn pensa que com ou sem Iraque, a Espanha seria atingida pelo terrorismo:
«(...)So the choice for pluralist democracies is simple: You can join Bush in taking the war to the terrorists, to their redoubts and sponsoring regimes. Despite the sneers that terrorism is a phenomenon and you can't wage war against a phenomenon, in fact you can – as the Royal Navy did very successfully against the malign phenomena of an earlier age, piracy and slavery. Or you can stick your head in the sand and paint a burqa on your butt. But they'll blow it up anyway. » Jack Straw também: Straw dice que Al-Qaeda habría atentado en Madrid aunque España no hubiera apoyado la guerra de Irak "hay gente que está convencida que los ataques del 11 de septiembre de 2001 ocurrieron después de la primera invasión a Irak en 2003. Y se han olvidado, también, de que Al-Qaeda estuvo involucrada en los primeros ataques en el Centro Mundial de Comercio de Nueva York en 1993 o los atentados a embajadas de EEUU en 1998". Já Romano Prodi: Prodi afirma que los atentados terroristas de Madrid "es la prueba de que Bush se ha equivocado" En una entrevista concedida al periódico italiano La Stampa, el presidente de la Comisión Europea, Romano Prodi, afirma que los atentados terroristas de Madrid han demostrado "que las recetas estadounidenses, la lógica de la sola intervención militar, no es eficaz", ya que el problema del terrorismo "no se resuelve sólo con la fuerza". Prodi reafirmó que la masacre del jueves "es la prueba de que Bush se ha equivocado".
No SamizData:
A Good Day for Democracy?: «(...)The BBC commentators have a field day - the 'power of democracy' has been demonstrated and the Spanish voters have chosen a socialist government. It don't get better than that. It is a dream come true.(...)» Red Spanish Ayes: «(...) But the implications are not just domestic: "The Socialists have pledged to withdraw Spain's 1,300 troops from Iraq if the U.N. does not take control by June 30 when Washington plans to hand power back to Iraqis. Opinion polls showed as many as 90 percent of Spaniards opposed the Iraq war." It sounds as if the 'Coalition of the Willing' is about to lose one of its members. (...)»
Andrew Sullivan:
BIN LADEN'S VICTORY IN SPAIN: «It's a spectacular result for Islamist terrorism, and a chilling portent of Europe's future. (...)»
No The Corner da National Review Online:
CATASTROPHE [Peter Robinson] Terrorists--Basques, Islamists, or whatever, they were terrorists--have now succeeded in producing a change in government in a major Western European nation. Jacques Chirac, Gerhard Schroeder, and even Tony Blair have no doubt already begun to factor events in Spain into their own political calculations, and it is difficult to imagine that the conclusions they'll draw will help Bush prosecute the war. Posted at 10:49 PM VERY BAD [Jonah Goldberg] The socialist victory in Spain is very bad news if, as it seems, they wouldn't have won save for the terrorist attacks. If al Qaeda -- or any other terrorist groups -- conclude that such attacks will be rewarded at the polls then the war on terror is in real trouble and a lot of Western allies may be in jeopardy. Moreover, if this is really what's happened, John Kerry had better stop talking about how foreign leaders want him to win. The gist of Kerry's boasting is that if he's elected "moderates" (i.e. accomodationists) will be ascendent. That's precisely the wrong message to send. Posted at 10:26 PM TERRORISTS TOPPLE SPANISH GOVT [Rod Dreher] The election results are terrible news. It shows that the Europeans are willing to be cowed by terror into voting for appeasers. Message to terrorists: commit terrorism on the eve of elections, say you're doing it to punish the government for standing by the United States, and you can drive a wedge between Western allies. Posted at 04:21 PM
A vitória do PSOE vista pelo Merde in France:
«Just in from Spain: Europe starts to cave 'The Left is now the messenger boy of Islamofascism'
Meet the new bosses of Zeropa-Land. UPDATE: The French dhimmis over at Libération PropagandaStaffel celebrate the first Zeropean government elected by Al-Qaeda.» ![]()
Zapatero e a Teoria dos Jogos
Segundo a Teoria dos Jogos*, o candidato vencedor Zapatero deverá manter ou intensificar a política anti-terrorista de Aznar, sob pena de a sua vitória constituir um incentivo para a repetição do mesmo tipo de assassinatos que foram cometidos em Madrid. Repetição em Espanha e nas restantes Democracias. A manutenção ou intensificação da política anti-terrorista enviará um sinal aos terroristas que o assassinato é um comportamento não-recompensado, eliminando os incentivos para que este se repita. * (Game theory is a branch of applied mathematics that studies interactions with formalized incentive structures ("games"). It has important applications in fields like operations research, economics, political science, and biology. The predicted and actual behavior of individuals in these games are studied, as well as optimal strategies. Seemingly different types of interactions can be characterized as having similar incentive structures, thus all being examples of one particular game.)
A Paixão
O filme de Gibson procura captar de uma forma extrema e impressionista o ritual violento da flagelação e crucificação de Jesus de Nazaré. Bem produzido, boa fotografia, boa música, bom guarda-roupa, bons cenários, o filme procura ser o derradeiro retrato realista de um dos episódios históricos de sofrimento humano mais conhecidos e badalados nas bocas do mundo. Começa com a traição e a captura de Jesus, e a partir daí não cessam as fustigações, os acoites, os tormentos, o suplício a tortura, a atrocidade, a angústia, o desespero, a desesperança…. Mas da vida de Cristo, dos seus ensinamentos, das verdades que proferiu, pouco transparece no filme. Se a grande lição que o nazareno deixou tivesse sido o ostracismo impressionável do seu corpo, veríamos Jesus a auto flagelar-se ao longo de todo o evangelho. Se choram os fiéis que foram ver o filme? Sem dúvida que choram. Para tal foram ensinados. Toda a sala ressentia-se de um ar pesaroso, quando no fim, o genérico desgostoso, lentamente discorria. Já fui a missas do 7º dia mais alegres. Comentei esse facto com alguém e perguntei porque achava que assim seria, e muito precisa foi a resposta que obtive: - “Não sei porquê, aquilo não estava a acontecer….se essas pessoas se comovessem com o miúdo descalço que lhes aparece à frente dos olhos seriam bem mais cristãs”. Gostei do filme de Gibson, mas enquanto narrativa, foi uma oportunidade perdida. Não vejo possibilidade de grandes discordâncias da Igreja Católica em relação a esta película. A ter alguma, será o facto de os rentáveis proveitos do mesmo não reverterem a favor da “causa”. Sábio foi esse a quem eu perguntei. Saturday, March 13, 2004
A Paixão de Cristo
Para quem, como eu, não professa qualquer religião ou crença, o filme de Gibson não justifica 0.01% da polémica que precedeu a sua estreia. Já para quem é cristão, acredito que seja distinto verem em película uma reprodução de uma tortura ininterrupta durante quase 2 horas de uma figura que tem, para eles, um significado especial. Como acredito que muitas das pessoas que partilhavam comigo a sala 4 do Monumental não são espectadores habituais de filmes macabros ou bélicos, como tal o efeito do sangue é, para eles, arrebatador. Do meu lado esquerdo o sexo feminino dizia: "eu não posso ver esta parte". Do meu lado direito, duas senhoras choraram desde o minuto 20 ou 30 até ao fim. Quanto à questão de anti-semitismo, não discuto o que diz Gibson ou o seu pai ou tio-avô. A verdade é que não o notei no filme. É preciso ter uma mente algo biased para ver perseguições em frases como a que diz Pilatos (cito de memória a tradução): " O que eu estou farto é desta gente e desta região". Curiosamente, um outro filme em que Gibson entrava como actor, um bélico propagandístico entítulado "We were soldiers", começa com um oficial francês no Vietnam a proferir a seguinte frase: «... Putain de pays». Consta que ninguém considerou que com isto se visava o extermínio do povo vietnamita. Admito que a culpa seja minha, peco por défice de formação das escrituras e das religiões. Mas pelo que vi, acredito que a comunidade judaica teria muito a ganhar na sua imagem pública se tivesse reagido de forma menos histérica ao filme. Até porque é contrapruducente, e as comparações fáceis podem surgir, argumentando que entre os que "parece" terem julgado Cristo e os que agora "parecem" julgar Gibson, praticamente só diferem na pena.
Fue ETA, pero si hubiera sido Al Qaeda, ¿qué?
ETA y sus cómplices Hasta aquí hemos llegado Días de infamia El doble objetivo de ETA
Ana Gomes, Francisco Louça, António Guterres e um grupo de cerca de 10 milhões de portugueses são os responsáveis pelos atentados de Bali!!
«(...)A libertação de Timor-Leste foi uma das razões invocadas pelas brigadas que fizeram o atentado de Bali. Pelo que me lembro Ana Gomes foi uma das instigadoras pela liberdade e auto-determinação de Timor Leste. (...)» (Via BullandBear)
Existem os que se escondem, na vã esperança de que a sua vez não chegue, deixando o seu futuro e segurança das suas famílias e sociedades nas mãos de quem faz a agenda de prioridades dos terroristas. E existem aqueles que preferem sair, dar a cara e eliminar a ameaça.
O desafio chegou há algum tempo, existe, e não é momento para virar a cara à luta e pretender que nada se passa e que seguramente o que eventualmente se passa não é connosco. O terrorismo mostrou neste início de século uma nova face. A crueldade de sempre, mas novos instrumentos massificadores do terror. A guerra ao terrorismo já começou há algum tempo, e nisto estou ao lado da frase que serve de slogan ao Dissident Frogman. Quem deliberadamente assassina inocentes não é um parceiro credível a quem concedemos como prémio de assassinatos um lugar à mesa das negociações, nem pode ser justificado por qualquer circunstância. Seja ETA ou Al Qaeda. O Ocidente tem de continuar e intensificar a sua resposta a estas ameaças, tão sérias quanto cobardes e injustificadas. E há-de vencer todas as ETA’s e Al Qaeda’s, apesar de todos os Louças e Anas Gomes deste mundo.
O patrulhamento ideológico tirou férias, ou só custa à primeira, ou só se for à Direita.
Por idênticos e primários raciocínios, caiu em cima de Luís Vilas Boas um coro de politicamente correctos, só porque ele se atreveu a dizer uma coisa óbvia: que um casal homossexual não oferece garantias para criar e educar equilibradamente uma criança. Uma vez mais, é o direito das próprias crianças a uma infância saudável que passa para segundo plano, cedendo ao direito dos homossexuais, mulheres ou homens, de brincarem aos pais e mães. Uma vez mais, a minha resposta é: olhem para a natureza. Já viram elefantes "gays" ou focas lésbicas a criarem filhos em comum? Peçam o que é legitimo pedir - igualdade de direitos conjugais e sucessórios, por exemplo -, mas não peçam o que não é natural pedir e ofende os direitos legítimos de terceiros inocentes. Friday, March 12, 2004
Ana Drago por Miguel Sousa Tavares
«O Ridículo Causa Danos Aqui há uns anos, na televisão, havia um programa de conversas em que o jornalista Luís Osório entretinha um debate com o dr. Daniel Sampaio e uma figura retorcida, que se sentava sobre as pernas, fazia uns vagos gestos com as mãos e, volta e meia, soltava umas frases desgarradas, tipo-pós-modernas, restaurante dos Tibetanos ou Frágil. Entre os meus amigos, baptizámo-la de "A Vírgula", devido aos seus contorcionismos, e divertiamo-nos a imitá-la no dito programa. Mas, ao consultar a lista de deputados saídos das últimas legislativas, constatei com espanto que "A Vírgula" havia sido eleita suplente na lista do Bloco de Esquerda e, como tal, estava destinada - devido ao rotativismo igualitarista do Bloco - a aparecer ocasionalmente como deputada da nação, isto é, minha deputada. Cheguei a vê-la, aliás, numa intervenção parlamentar, onde já não apareceu sentada sobre as pernas e a pose era claramente de alguém que tinha passado a levar-se francamente a sério - embora com piores resultados. Esta semana, nestas libérrimas páginas do PÚBLICO, "A Vírgula" - de sua graça, Ana Drago - apareceu-me a dissertar sobre o aborto, ao melhor estilo do "direito à minha barriga". Entre o panfletário e o patético, desabafava ela que "o Dia Internacional da Mulher é mais um dia em que procuro novos caminhos para saber o que faço da minha revolta com a sistemática condenação do direito ao meu corpo". Eu - votante, discreto militante e fervoroso crente da despenalização do aborto e do direito ao aborto em hospitais públicos, com a assistência médica e os meios do Estado - confesso, todavia, que vomito este discurso. (...) E no Dia Internacional da Mulher, o Presidente Jorge Sampaio foi almoçar com mulheres que vestem fardas - da polícia ou das Forças Armadas. Com aquele seu ar de quem carrega às costas a missão de justiçar o mundo inteiro, avançou para um grupo de mulheres-polícias e quis saber se tinham muitas dificuldades de relacionamento com os colegas homens. Elas entreolharam-se, surpreendidas com a pergunta: "Nenhumas", responderam. Lá morreu mais um Dia Internacional da Mulher. (...)»
Mais forte que a razão
Izquierda Unida pide a sus militantes que vayan a la manifestación con pancartas de "No a la guerra".
Opinion Journal
«(...)"Separatist group," but let's be clear what that means: Like the Palestinian Arabs, ETA claims the Basques live under "foreign occupation" and thus are entitled to murder innocent people. (...)» Thursday, March 11, 2004
Grande texto do CAA no Blasfémias sobre essa agremiação de Trotsky's, Socialistas Revolucionários, UDP's e demais restos mal reciclados da mais assassina ideologia que o ser humano produziu em toda a sua história.
Ouvia hoje na Cadena Ser um professor do País Basco Francês telefonar para um Forum e utilizar a exacta mesma linguagem. Ataque «fascizante». Porque tudo o que é mau é direita ou extrema direita. Na extrema esquerda abunda bondade pura e tolerância, e para quem tem uma visão da política como da fé, acreditar que a sua ideologia produz maldade e assassina é demais para a sua auto-estima. Não vão reconhecer que uma organização de extrema esquerda seja capaz de matar. E quando matam como ninguém, "enquadram", como está tão bem espelhado na discussão nas páginas de O Público aquando da polémica entre Francisco Louçã, José Manuel Fernandes e José Pacheco Pereira sobre o País Basco. Hoje, e com o sangue ainda a correr, no dia em que pais viram os seus filhos sair com livros para a escola pela última vez, irão falar de árabes, alucinogénicas campanhas conspiratórias para o PP vencer eleições, no limite em desvirtuamento para o fascismo da extrema esquerda no País Basco. Apenas, e só. Convém relembrar que, para mim, a ETA é exactamente o mesmo quer este atentado seja Al Qaeda quer seja ETA. A quem milita no BE, um pouco de vergonha na cara, desfiliem-se e venham para o séc. XXI. Nunca é tarde demais para fazer o que é correcto.
Amigos del terrorismo, 1
«(...)Y hoy la historia se repite. Creo del mayor interés repasar estos precedentes, porque solemos tener mala memoria histórica, lo cual nos impide aprender de la experiencia y nos lleva a repetir constantemente los errores. El reto que nos plantea ahora mismo el terrorismo nacionalista vasco, que probablemente se aliará, si no lo ha hecho ya, con el islámico, y goza de la “comprensión” del PNV y del nacionalismo catalán, y de la actitud ambigua del PSOE de Zapatero, va a exigir una gran claridad de ideas, un gran tesón y una gran firmeza, si no queremos que nuestra libertad vuelva a hundirse por tercera vez en menos de un siglo.»
Já que o problema moral não vende na BBC...
«Ana Palacio exige a la BBC que llame a ETA "terrorista", y no "separatista" En una entrevista con la emisora pública del Reino Unido, la ministra Ana Palacio ha perdido la paciencia y visiblemente enfadada ha corregido a la periodista con la que estaba hablando. "Si ustedes son coherentes con el sistema legal no se puede llamar a ETA separatistas vascos, sino terroristas; no se trata de una opinión, sino de un problema legal", ha dicho Palacio. (...)»
Tal como os que rebentam restaurantes em Israel ou escolas no Iraque
«La prensa internacional insiste en llamar "grupo separatista" a los criminales de ETA (...) The New York Times, Fox News, el Nouvel Observateur, USA Today, BBC, CNN, The Guardian, The Independent, Los Angeles Times, The Washington Post, Herald Tribune, Financial Times, Libération, etc., todos van por el mismo camino, aunque es cierto que en muchos de estos casos se sirven de notas de agencias, como la británica Reuters o la estadounidense Associated Press, que siguen llamando "grupo separatista" a los que no son más que mafiosos y terroristas. Resulta llamativo que los medios de comunicación israelíes tampoco mencionen a ETA como un grupo terrorista, e imiten a la mayoría de los diarios antes mencionados. Lo que sorprende es que se trata de diarios de un país que se ha visto muy afectado por sangrientos atentados de los grupos terroristas palestinos. The Jerusalen Post, Harretz o Maariv son ejemplos: ninguno de ellos los llama terroristas. Mención aparte merece el diario británico Financial Times. Este viernes, seguro que mercerá la pena leer con lupa la crónica de su corresponsal en España, Leslie Crawford, cuyo apoyo al nacionalismo separatista es más que conocido en círculos periodisticos españoles. Como contrapartida, también merece la pena revisar las crónicas de otro diario británico con las ideas algo más claras: The Times, que habla claramente en su portada del "grupo terrorista vasco".»
Diferenças
1. El secretario general de ERC (partido socio del PSC en Cataluña), Josep Lluis Carod Rovira, ha abogado por dialogar con ETA para acabar con "esta barbarie" del terrorismo y dijo que tendría que hacerlo "quien tenga la capacidad de decidir". 2. La respuesta se la ha dado el candidato del PP, Mariano Rajoy, en "La Mañana" de la Cadena COPE: "A ETA hay que decirles que vamos a por ellos y nada más. Nada de dialogar, hay que ir a por ellos y ganar".
Welcome back
O nosso Pedro Crespo agendou uma visita rápida ao norte do país. Pas de voos directos disponíveis para o Porto desde Dublin, tudo bem, marca para Lisboa com a intenção de apanhar o Alfa. Tudo muito bonito, não fosse hoje 11 de Março. O que vale é que este país à beira mar plantado oferece diversão noctura 24/7. Lá vamos nós aproveitar. Ámen.
Cenas quotidianas de resistência à mudança
«Função Pública Tribunal Constitucional devolve contrato individual ao Governo. (...) O pedido de fiscalização tinha sido feito a 27 de Fevereiro, pelo Presidente da República, Jorge Sampaio, alegando que estavam em causa "princípios constitucionais tão importantes como a segurança no emprego". (...) O Governo vai alterar o decreto, de acordo com a decisão do TC, mas relativiza o chumbo. (...) a decisão do TC não altera os princípios de orientação da lei, uma das primeiras da Reforma da Administração Pública.» (In Diário de Notícias, edição em papel)
"MANIFESTACION
Mañana dia 12 a las 13 horas en el Palacio de Palhavã, Residencia del Embajador de España, todos los españoles de buena voluntad y nuestros amigos portugueses nos manifestaremos como rechazo a la banda terrorista ETA y en apoyo a sus victimas. Por favor comunicar a todos vuestros amigos. Guillermo de Llera Presidente Casa de España"
É isso mesmo.
Costumo dizer que uma vez ao ano concordo com os Editoriais do DE assinados por Miguel Coutinho. Para 2004 já temos concordância neste: «A TAP no Guiness, já!»
Pelas tristes razões que todos conhecemos.
O Website do dia: Libertad Digital O Blog do Dia: Iberian Notes «Well, here's CNN's report on the Madrid terror attack. Note that they call ETA the "Basque separatist group" when identifying them, but then they point out that the US and the EU both list ETA as a terrorist group, so I guess that's fair enough. I'd still prefer to see the word "terrorist" rather than "separatist", though. As idiotic as they are, Esquerra Republicana and Pepelu Carod-Rovira are merely separatists--they want Catalonia to separate from Spain--and not terrorists. Same with Eusko Alkartasuna. Terrorists are non-lawful bearers of arms who use violence and murder people for political ends. That definition sure fits ETA in my book, and not these other legitimate though wrongheaded political parties.»
Existe por ai quem acredite que as economias crescem infinita e continuamente, e não sabem, ou esquecem-se, que elas funcionam em ciclos.
Será que nunca ninguém teve uma aula de introdução à macroeconomia em que, mesmo com um olho aberto e outro fechado da noitada anterior, tenham ouvido um barbudo nos seus 60 anos gritar ao anfi-teatro: «Ààààshhh ééécóóónóómíííííáááássshhhhh fuuuuuncíííóóóónããããooooo éééém cííííícloooshhhhh!!!!» E assim tambem a nossa, e não há politica contra-ciclo que nos livrasse desta. O ajustamento tinha de ser feito, e quanto mais tarde fosse feito maior seria a recessão. Maior e mais dramática, sobretudo no indicador desemprego. Nós, como as principais economias mundias, entramos em recessão. Saimos dela mais tarde por desequilíbrios macroeconómicos, estrutura da nossa economia e porque a globalidade da zona euro está "atrasada" entre 6 meses a 1 ano em termos de ciclo económico dos EUA. O resto são delírios partidários.
Os pregadores se pregam a si e não a Cristo
Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal! (Padre Antonio Vieira, Sermão de Santo Antonio)
João 1:8 Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz,
João 1:9 a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem Foi isto que muitos se esqueceram. E penduraram a cruz por todo o lado, julgando que, olhando para o rosto de Jesus de Nazaré, contemplariam a face de Deus e chegariam a cristo. Enganaram-se. Olham para o Homem. E como todos os homens, come, sangra, caga e morre. Construíram a cruz para o homem que amavam. Deus fez as árvores por amor aos pássaros, o Homem fez-lhes a gaiola....
E aconteceu que, dizendo ele estas palavras, uma mulher, levantando a voz do meio do povo, lhe disse… (Lc 11, 27)
E assim foi. Que no meio da pregação fale uma mulher, não é novidade, mas que levante a voz: extollens vocem - e que fale, não com outrem, senão com o mesmo pregador: dixit illi - caso foi muito notável. Porém que o pregador, sendo Cristo, no meio e no fim da pregação: Cum haec diceret - não só dê ouvidos à mulher, mas lhe responda, e pelos mesmos termos: beatus Na oração menos perfeita fala o homem com Deus; na perfeita e perfeitíssima fala o homem com Deus e Deus com o homem. E isto é o que reciprocamente exercita o Rosário, como oração perfeitíssima, nas duas partes de que é composto. O Rosário compõe-se de oração vocal e mental; vocal nas orações que reza: mental nos mistérios que medita. Enquanto rezamos falamos com Deus: enquanto meditamos fala Deus conosco. O nosso rezar são vozes, o nosso meditar é silêncio; mas neste silêncio ouvimos melhor do que somos ouvidos nas vozes, porque nas vozes ouve-nos Deus a nós, no silêncio ouvimos nós a Deus. A mulher falou com Cristo, e Cristo respondeu à mulher; a mulher disse da sua parte: dixit illi - e Cristo também disse da sua: at ille dixit - : ela disse bem, porque disse beatus venter - : o Senhor disse melhor porque disse quinimmo beati. E porque na parte vocal ouve Deus, e na mental ouve o homem, ela levantou a voz, para que o Senhor ouvisse as suas palavras: extolens vocem - e o Senhor louvou os ouvidos com que ela tinha ouvido as palavras de Deus: Qui audiunt verbum Dei. (Padre António Vieira, Sermões do Sermões do Rosário, publicados em 1686 e 1688 sob o título de “Maria Rosa Mística”)
A estratégia perfeita para as presidenciais.
Imaginemos que existe um candidato comummente aceite pela direita social democrata, o Prof. Cavaco Silva. Imaginemos que está mais que certa a sua candidatura mas cujo desgaste eleitoral poderia pôr em jogo a sua eleição. Imaginemos que uma outra personalidade política exequível, de carisma e potencial comprovado, se candidata, para atrair a polémica e os ataques da esquerda. Imaginemos que essa personalidade seria o Dr. Santana Lopes. Imaginemos que essa personalidade desistiria a favor de Cavaco Silva, em tempo oportuno, pelo partido, por Portugal, pela CML… Agora deixemos de imaginar e olhemos para o que se passa. Não vos dá vontade de sorrir? Wednesday, March 10, 2004
Noticias do burgo
Facto 1: O oasis revisitado. Estaremos ca para ver (e era optimo que entao ainda tivessemos emprego) O governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, afirmou hoje que o rendimento disponível dos particulares em Portugal vai aumentar em 2004 e 2005. Facto 3: A realidade O Produto Interno Bruto (PIB) contraiu-se 1,3 por cento em 2003, em valores reais, depois de ter crescido meio por cento no ano anterior, revelam dados preliminares divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Este valor fica abaixo da estimativa do Governo, mas encontra-se dentro da previsão do Banco de Portugal, que tinham apresentado intervalos negativos de entre meio e um por cento e de entre 0,75 e 1,5 por cento, respectivamente. Facto 3: Ventos do Leste A economia da Alemanha deverá crescer apenas 0,1 por cento no primeiro trimestre de 2004, previsão que contraria a anterior estimativa que apontava para uma progressão de 0,4 por cento, revela o instituto económico alemão DIW. A verificar-se este desempenho dos primeiros três meses de 2004, a primeira economia europeia dá sinais de não estar ainda em condições de liderar a retoma económica na Europa da Zona Euro. Facto 4: Assustador. Sera que queremos pesados de passageiros em segunda, terceira ou vigesima nona mao? Nao era preferivel reduzir o imposto e comprar as camionetas novas, sem problemas, com o top da seguranca? Estranho este pais que nao cuida da seguranca dos seus contribuintes... O total de veículos matriculados em Portugal, incluindo usados, diminuiu 12,35 por cento em Fevereiro e caiu 2,85 por cento nos dois primeiros meses de 2003, indicou hoje a Associação Nacional do Comércio e Reparação Automóvel (Anecra). No entanto, a associação reconhece um aumento de 9,34 por cento do número de matrículas de veículos usados importados em Fevereiro, face a mês homólogo de 2003, e de 16,84 por cento no primeiro bimestre. A maior quebra homóloga (menos 27,88 por cento em Fevereiro, menos 29,19 por cento nos dois primeiros meses de 2004) registou-se nos tractores agrícolas e o maior aumento registou-se nos pesados de passageiros (mais 58,70 por cento em Fevereiro, mais 21,24 por cento no primeiro bimestre). tudo em www.publico.pt Tuesday, March 09, 2004
E o candidato é... o pai do défice!
« (...)Existe hoje, na comunidade nacional de economistas e nos órgãos com responsabilidade técnica na Europa, consenso vasto sobre a irresponsabilidade da política financeira dos primeiros quatro anos dos Governos do engenheiro António Guterres. Apesar dos tempos vividos então serem de vacas gordas – com grande queda das taxas de juro e um momento de euforia nas economias mundiais – Portugal não aproveitou a época para consolidar as contas públicas, cometendo até a proeza de ter permitido que o saldo primário orçamental decrescesse e assumisse sinal negativo, apesar do crescimento a dois dígitos, ano após ano, das receitas fiscais. A despesa pública corrente sem juros cresceu, de 1995 a 2001, a uma taxa média próxima dos 10%, passando de 33,3% para 38,0% do PIB. As despesas com pessoal no sector público explodiram a ritmos de dois dígitos em vários anos do período, chegando a atingir 15,4% da riqueza do País contra uma média europeia de 10,4 %. Portugal foi acumulando desvantagens competitivas sérias que levaram à asfixia económica e financeira em 2001. Foi com a autorização de Sousa Franco que o número de funcionários públicos cresceu em 75.000 pessoas num curto espaço de tempo. Multiplicaram-se institutos públicos, procedeu-se à reclassificação automática das carreiras públicas, aumentou-se assustadoramente o nível de rigidez da despesa pública. (...)»
ABSOLUT VANILIA
Logo à noite, no LUX, a festa de lançamento. 3/4 do DeDireita, uns 40 conhecidos + 4,000 convidados bêbados com a qualidade feminina habitual neste tipo de eventos. Vai ser bonito...
- Tens visto a Rita?
- Vi-a no outro dia. - Onde?! - Estava a descer a minha rua e olhou para mim. - E tu falas-te com ela? - Não, mas piscou o olho. - A sério? Nem parece dela! E abordaste-a? - Não. - Nem lhe pediste o nº? - Já o tinha. - E não lhe ligaste logo de seguida? - Mandei-lhe uma sms. - E o que é que lhe disseste? - "Tens alguma coisa no olho"? - Estás a gozar, tu és doido! E ela respondeu? - Sim. - E o que é que disse? - "Vai-te f..." (pausa) - Achas que da próxima vez te pisca o olho? - Provavelmente deita-me a língua de fora. - E aí o que fazes? - Digo-lhe que não tenho amendoíns Monday, March 08, 2004
Esta é que é esta. Concordo totalmente com o dilema, que não é novo. A vantagem do estudo de Medina Carreira, que tive a oportunidade de ouvir num sessão do PPD-PSD, foi trabalhar alguns números.
(via Intermitente)
Meu caro Gabriel Silva,
Ninguém abdicou de nada nem vai continuar em gestão à espera que o sol nasça. Eu já lhe contextualizei as declarações e o Gabriel insiste na sua interpretação mais emocional que racional. Já o tinha dito e reafirmo que discordo da sua inventariação de problemas, mas por uma questão de cortesia, e por défice de tempo para expor a minha agenda, aceito discutir os seus. O Ministério das Finanças tem uma responsabilidade política partilhada na elaboração do OE, mas este não é mais do que um reflexo das opções políticas tomadas pelos Partidos que integram a Coligação. O MF é responsável técnico pela inscrição das receitas e custos, de monitorar a execução. O resto é Conselho de Ministros. Penso que o Gabriel devia ser sensível ao argumento que em política não há encaixes perfeitos. Ninguém concorda a 100% com tudo, nem no mesmo Partido, nem no mesmo Governo, muito menos em Coligação. E das duas uma, ou as diferenças são dramáticas e não há acordo possível, sendo que então se sai (ou se fica por superior interesse nacional), ou temos de viver com as circunstâncias de que em equipa às vezes ganhamos e às vezes perdemos, às vezes fazemos vingar as nossas posições dentro do Conselho de Ministros, às vezes não. Avança depois o Gabriel para a sua inventariação de problemas, questionando: «Mas porque é que ao fim de 2 anos de Governo de maioria não consegue baixar a despesa corrente, o número de funcionários, de institutos, combater a fraude e a evasão fiscal, reduzir projectos e despesas sumptuárias, introduzir conceitos de gestão racional do património público e dos recursos humanos, vender as empresas que estão inadequadamente na posse do Estado?» O Gabriel parece querer acreditar que o nosso Modelo, de uma maneira geral, é viável, o que existe é um desperdício na sua implementação. Eu concordo na existência de ineficiências na aplicação do nosso Modelo, e que a anulação das mesmas resolveria as dificuldades de Manuela Ferreira Leite para cumprir o actual PEC. Mas isso, sendo apenas uma parte do problema, seria uma discussão muito interessante para a qual não tenho, infelizmente, tempo disponível neste momento. Vamos directamente aos pontos: Despesas do Estado, vejamos os dados de: Consumo Público: Entre 1999 e 2000, cresceu a taxas superiores a 11%, em 2001 a 8%, em 2002 para 6.9%, em 2003 para 1% e em 2004 para -1%. Despesa corrente: Em 2001 crescia acima de 8%, em 2002 7.5%, em 2003 3.8% e em 2004 2.2%. E se excluíssemos as prestações sociais que aumentaram por via do desemprego, o crescimento em 2003 teria sido de 1.4%. É este esforço, ainda insuficiente, de consolidação que permitirá baixar o IRC de 30 para 25% já em 2004, e o IRS em 2005. Claro que o Gabriel pode argumentar que a Despesa Corrente continua a subir, mas julgo que não é intelectualmente honesto não valorizar o esforço já realizado e estampado nos números. Fala o Gabriel da não extinção de Institutos Públicos. Mas peca por não concretizar a acusação. Eu, que não monitorizo essa actividade, lembro-me daqueles cuja extinção, fusão ou reestruturação foi deliberada logo no Orçamento Rectificativo de 2002. Rezava assim: «Capítulo II Medidas de emergência com vista à consolidação orçamental (...) a) extinção: no Ministério das Finanças: - Instituto para a Inovação na Administração do Estado - Administração Geral Tributária - Secretaria-Geral do ex-MREAP - Secretaria-Geral do ex-Min. Planeamento - Auditoria Jurídica do ex-Min. Planeamento no Ministério da Defesa Nacional: - Conselho Consultivo da Tecnologia da Defesa - Comissão Consultiva da Condição Militar no Ministério dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas: - Comissão Interministerial de Apoio ao Processo de Transição em Timor Leste - Encarregado de Missão para a Questão de Timor Leste - Delegações Regionais da Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (8) no Ministro Adjunto do Primeiro Ministro: - Gabinete de Apoio, Estudos e Planeamento - Secretaria Geral do Ex-Ministério da Juventude e Desportos - Gabinete de Serviço Cívico dos Objectores de Consciência na Presidência do Conselho de Ministros: - Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses no Ministério da Economia: - Organização para a Emergência Energética - Observatório do Comércio - Conselho Nacional da Qualidade - Gabinete para a Pesquisa e Exploração de Petróleo no Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas: - Inspecção-Geral das Pescas, dando origem à reestruturação da Direcção-Geral das Pescas - Comissão Interprofissional da Região Demarcada do Douro - Comissão Liquidatária da EPAC - Administração Liquidatária do ex-IROMA no Ministério da Educação: - Instituto Histórico da Educação - Instituto da Inovação Educacional no Ministério da Ciência e do Ensino Superior: - Instituto Nacional de Acreditação da Formação de Professores - Instituto de História, da Ciência e da Técnica/Museu Nacional da Ciência e da Técnica - Gabinete Coordenador de Política Científica e Tecnológica - Instituto de Cooperação Científica e Tecnológica Internacional - Observatório das Ciências e das Tecnologias - Auditoria Jurídica no Ministério da Segurança Social e do Trabalho: - Departamento de Estatística do Trabalho, Emprego e Formação Profissional - Departamento para os Assuntos do Fundo Social Europeu - Comissão de Coordenação do Fundo Social Europeu - Instituto para o Desenvolvimento Social - Comissariados Regionais da Luta Contra a Pobreza - Comissão de Gestão do Projecto PROFISS no Ministério das Obras Públicas, Transportes e Habitação: - Comissão Permanente para a Segurança de Pessoas e Bens nas Obras e Exploração das Travessias do Tejo em Lisboa b) fusão: no Ministério dos Negócios Estrangeiros: - ICP - APAD no Ministro Adjunto do Primeiro Ministro: - Centro de Estudos e Formação Desportiva - Complexo de Apoio às Actividades Desportivas - Instituto Nacional do Desporto na Presidência do Conselho de Ministros: - Comissão de Peritos para Acompanhamento do Plano Nacional Contra a Violência Doméstica - Comissão para a Igualdade e os Direitos das Mulheres no Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas: - Instituto de Hidráulica, Engenharia Rural e Ambiente - Direcção-Geral do Desenvolvimento Rural - Instituto Nacional de Investigação Agrária - Instituto de Investigação das Pescas e do Mar no Ministério da Cultura: - Instituto Português de Arqueologia - Instituto Português do Património Arquitectónico - Instituto de Arte Contemporânea - Instituto Português das Artes do Espectáculo no Ministério da Saúde: - Instituto Português da Droga e da Toxicodependência, - Serviço de Prevenção e Tratamento da Toxicodependência no Ministério da Segurança Social e do Trabalho: - Direcção-Geral de Emprego e Formação Profissional - Direcção-Geral das Condições de Trabalho no Ministério das Obras Públicas, Transportes e Habitação: - Instituto Nacional de Habitação - Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado - Instituto das Estradas de Portugal - Instituto para a Conservação e Exploração da Rede Rodoviária - Instituto Marítimo-Portuário - Institutos Portuários (IPN, IPC, IPS) - Instituto de Navegabilidade do Douro - Gabinete para os Assuntos Europeus e Relações Externas - Gabinete para os Assuntos Europeus e Relações Externas do ex-Ministério do Planeamento no Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente: - Direcções Regionais do Ambiente e do Ordenamento do Território - Comissões de Coordenação Regional c) reestruturação: no Ministério dos Negócios Estrangeiros: - Comissão Nacional da UNESCO no Ministro Adjunto do Primeiro Ministro: - Instituto Português da Juventude na Presidência do Conselho de Ministros: - Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros - Alto Comissariado para a Emigração e Minorias Étnicas - Conselho Consultivo para os Assuntos de Emigração - Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial - Comissão Interministerial para a Coordenação, Acompanhamento e Avaliação da Política de Emigração - Secretariado Entre Culturas no Ministério da Economia: - Direcção Geral do Comércio e Concorrência - Conselho da Concorrência - ICEP Portugal - Investimentos Comércio e Turismo - Instituto de Apoio as Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento - IAPMEI - Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo - Instituto Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial - INETI no Ministério das Obras Públicas, Transportes e Habitação: - Instituto Nacional de Aviação Civil - Instituto de Mercados de Obras Públicas e Particulares e do Imobiliário no Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente: - Instituto do Ambiente (...)» Isto foi em 2002. O Gabriel, que acusa, lá saberá, mas o meu último zapping televisivo pelo Canal Parlamento apanhou a discussão da extinção de mais um Instituto Público ligado às riquezas do nosso subsolo. Com as privatizações passa-se sensivelmente o mesmo, se há algo que este Governo fez foi a extinção (mais um) do IPE e venda sucessiva para o sector privado das várias empresas (processo ainda em curso). Vai acelerar em 2004 com a venda total ou das participações do Estado na GALP, REN, Portucel, Companhia das Lezírias, várias empresas do sector das águas... A venda de património do Estado foi importante não só para o PEC, mas também para o que o Gabriel chama de "gestão racional do património público", estando em curso uma inventariação mais realista do património do Estado (nem isto existia...). Com a "gestão dos recursos humanos", suponho que, na função pública, se avança quase ao ritmo mais rápido que a Constituição permite, a inclusão do contrato individual de trabalho, o conceito de mobilidade (aplicado, por exemplo, na PSP) e a limitação de entradas indexadas a saídas e aprovação directa do Ministério das Finanças. No combate à fraude, lembro-lhe o famoso cruzamento de dados ou o fim dessa inacreditável realidade que era a concessão de benefícios fiscais a contribuintes incumpridores. Pode-se fazer sempre mais, mas inacção é uma acusação que eu não subscrevo (globalmente) para este Governo. Muitos mais exemplos poderiam ser dados, citei apenas alguns. É que o ónus tem de ser também de quem acusa.
Durante o Totalitarismo, muitos Democratas queriam sair de Portugal.
Durante a Democracia, muitos Totalitaristas ameaçam sair de Portugal: Num País Que Não Respeita Os Meus Direitos Eu Não Quero Viver Por ANA DRAGO (Via Jaquinzinhos) Sunday, March 07, 2004
Caro Gabriel Silva,
Manuela Ferreira Leite não é Primeira-Ministra, Ministra da Economia, das Obras Públicas e Transportes, da Educação, da Cultura, do Ambiente... Se há algo que MFL não fez foi demitir-se, ao contrário da política guterrista que veio substituir. E o título do seu post é a crítica mais injusta que se pode realizar à Ministra. A declaração de MFL, a que eu assisti em pessoa, referia-se a uma comparação teórica com os vários modelos de ajustamento das economias. O ajustamento dentro da UEM retira instrumentos ao Estado. Facto. Ninguém disse, ao contrário do título do jornal, que MFL não tinha instrumentos. Disse que quase não tem. O que é um facto tanto maior quanto mais nos aproximarmos dos reais poderes de uma Ministra das Finanças de um Governo de coligação que não é Primeira-Ministra. Quanto à sua crítica ao Estado, eu até subscrevo parte dela, digo parte porque acredito que o Gabriel não toca o que creio ser a encruzilhada em que Portugal se encontra, que deriva do seu modelo de Estado e cujo maior dilema não é, na minha opinião, nenhum dos que o Gabriel cita. Veremos se nos próximos tempos existe tempo para escrever sobre ele.
O meu amigo P. faz-me chegar uma informação algo atrasada acerca de uma dúvida que eu tinha lançado ao Bear há uns tempos atrás acerca das comissões bancárias por antecipação da data valor.
Informa-me que tal comissão é cobrada hoje no seu Banco quando se refere a cheques, antecipando o "saldo contabilístico" para "saldo disponível". Informa-me que o seu Banco não cobra comissão na antecipação quando o depósito é em numerário, sendo que ia pedir ao MKT Estratégico informações sobre se a concorrência cobra ou não comissões na antecipação. Ficamos então à espera. Saturday, March 06, 2004
Friday, March 05, 2004
É a crise...
«Economia portuguesa com maior potencial de expansão, segundo OCDE. A economia portuguesa mostra um maior potencial de expansão, invertendo o abrandamento evidenciado no final de 2003, segundo as perspectivas de curto prazo inscritas no indicador avançado da OCDE divulgado esta sexta-feira.»
Olha que não, Miguel, por muitas vezes, e ontem mais uma vez, foram expostas por MFL (e não só) as razões internas pelas quais Portugal tem de consolidar as suas finanças públicas. Com ou sem PEC.
Entrada de capitais registou o valor mais elevado desde 1996
Investimento estrangeiro em Portugal atinge recorde em Dezembro «Para Cristina Casalinho, economista-chefe do BPI, esta foi "uma situação excepcional e poucas vezes vista nos últimos anos". Segundo a mesma responsável "reflecte uma maior confiança no mercado accionista português duma forma geral e o facto de Portugal ter tido um comportamento inferior ao exterior no ano passado". (...) EUA são a principal origem dos fundos (...) Acções foram o activo mais procurado» ( A notícia não é nova, mas só agora tenho um link online disponível)
O Luciano tinha dado o mote quando dizia que Paulo Portas "era um mau ministro num péssimo governo".
Sinceramente não tenho acompanhado com detalhe a performance de Paulo Portas como Ministro. Agora a do "péssimo" Governo tive de engolir em seco, pronto, não se pode estar de acordo em tudo. Espreito hoje O Independente e encontro o Luciano a dizer que "A acção deste goveno é o maior insulto à memória de Sá Carneiro" Espreito a coluna à esquerda no jornal e encontro o Pedro Mexia a fazer o elogio impossível do Bloco de Esquerda. Entre o Pedro e o Luciano, escreve o João Marques de Almeida também sobre o Bloco de Esquerda. Não se salva o tópico, salva-se pelo menos o conteúdo crítico a essa aglomeração de socialistas revolucionários no séc. XXI. Convenhamos que não está fácil. É que, entretanto, Portugal encontra-se na mais dramática encruzilhada desde a de 1974, que implicará mudanças no modelo de país, na sua demografia, geopolítica, economia, modelo social, só para citar alguns. Agradeciam-se mais contribuições pragmáticas para esta realidade e menos elogios e atenção ao insignificante e irresponsável BE que faz da sua política o insulto, os gays e o cannabis. Digo agradecia porque cada um escreve sobre o que quer e quando lhe apetece. Eu agradecia. Julgo que Portugal também.
Notas mal Miguel, a frase da Ministra Ferreira Leite foi apenas a constatação de um facto.
Era apenas uma comparação directa entre os instrumentos disponíveis por Ernani Lopes e Medina Carreira quando estes eram Ministros das Finanças (os dois estavam presentes na sala) e os que MFL dispõe. Em relação aos instrumentos a que ela se refere, estes deixaram sucessivamente de existir por via da nossa entrada nas 3 fases da UEM, da qual MFL foi e é apoiante. Estive presente no debate do PPD-PSD a que O Público se refere. Impressionante a ceguez do jornalista. Em relação a tudo o que de tão importante foi dito nessa reunião, só encontraram digno de realce esse pequeno excerto. Cristalinamente exemplificativo. Aliás, o título da notícia é: «Ministra das Finanças Diz Que o Governo Não Tem Instrumentos para Animar Economia» Logo no primeiro parágrafo: «A ministra de Estado e das Finanças, Manuela Ferreira Leite, admitiu que o Governo está quase sem instrumentos de política ...» Afinal em que ficamos?
O O Inimigo Numero 1 escreve:
A verdade é que o filme [O Senhor dos Aneis] é bom, mas nada comparado aos livros (raramente os filmes são tão bons como os livros, isto é, quando são adaptados dos livros. Para finalizar, um estudo comprova que os portugueses vão menos de uma vez por ano ao cinema... Ha uma pretensa postura do sector livreiro (inclui os escritores e aspirantes a) que defende exactamente o que o nosso 1 escreve: que as adaptacoes da obra literaria ao cinema raramente se aproximam do preto impresso no branco do papel. Surpreende-me o reverso da medalha, a quantidade de espectadores que acabam por adquirir o livro que deu origem ao filme, ou a banda sonora, ou outro qualquer produto de merchadising de um qualquer blockbuster de Hollywood, Bollywood, ou Hong Kong. Intriga-me a forma como a obra original, o livro, se transforma em mais um produto de merchandising, e a forma como o espectador pondera a compra da caneca com a cabeca do Aragon vs. os tres volumes do Senhor dos Aneis (sim, porque o preco e provavelmente o mesmo). E consensual o que nosso numero 1 (que como bom guarda redes, gosta mais de jogar ao ataque do que a defesa) afirma, que quando lemos o livro primeiro (na sequencia original), a adaptacao ao grande ecra peca (quase sempre) por defeito, por excesso, ou mesmo ambos. Julgo mais interessante a relacao com o sector livreiro e associados, que saem claramente vencedores desta simbiose estranha e (parece-me) indesejada. No final, resulta que as cadeias de cinemas querem vender o maximo de bilhetes possiveis, e que o que interessa ao sector livreiro sao edicoes com sempre maior tiragem e sempre esgotadas. Digo entao que a questao relevante nao sera saber se os livros sao ou nao superiores aos filmes, mas sim se queremos que esta distorcao se mantenha e se incentive, porque certamente que o processo de criacao literaria se altera, para acomodar este fluxo de rendimentos superiores que uma obra literaria adaptavel ao cinema permite. Sera que os livros de hoje sao muito mais cinematograficos, como a escrita de Antonioni, ou Kureishi? Sera que esta questao e relevante para quem escreve? Ora aqui esta uma questao que me parece pertinente e interessante. Como qualquer regra com as suas douradas excepcoes, recordo-lhe o filme ‘As Pontes de Madison County’, que adaptam ao cinema um livro de todo desinteressante e (diz quem diz que sabe, os criticos e os pares, nao eu) literariamente mau. Fica a prova de que o contrario tambem existe e que nem tudo corre no mesmo sentido. Bons filmes. Thursday, March 04, 2004
O único bom comunista é um comunista morto.
Ou pelo menos é o que a nossa chique extrema-esquerda nos parece querer ensinar quando observamos os seus ícons Che Guevara ou Trotsky. Eu sempre pensei que a autoria da frase fosse dos mais "primários reacionários" na extrema direita. Observo que a paternidade, afinal, é partilhada. Nisto, como em tantas outras coisas, os dois extremos políticos desembocam no mesmo, ainda que por razões distintas.
O pacto de estabilidade
O PEC, o PEC o PEC, o PEC, o défice, os 3%, os 3%, os 60%.... Se querem que vos diga, já estou farto de ouvir esta conversa. É claro que o ajustamento da economia portuguesa foi e é necessário. Os ajustamentos são cíclicos, são necessários e inevitáveis. É óbvio que ele devia ter sido feito no período de vacas gordas do governo socialista, em que decidiram esbanjar tudo. É evidente que estamos a pagar a factura inevitável do desemprego por este ajustamento não ter sido feito antes. É axiomático que o pacto de estabilidade é necessário num cenário com mais de 24 países. É claro que o pacto é condição necessária para a estabilidade do Euro, da inflação, das taxas de juro. Mas é inclusive, manifesto que o pacto não é uma condição suficiente da competitividade e do desenvolvimento da economia portuguesa. Ernâni Lopes disse-o bem, ontem no Tivoli. Não há medidas de ajustamento conjunturais que resolvam os problemas estruturais da economia portuguesa. É só abrir os manuais académicos e ler. É aqui que reside o grande défice: o défice de discussão, o défice das alternativas. As oportunidades, os riscos, a produtividade, a projecção internacional do conjunto de sectores da nossa economia. É aqui que falha a atenção dos media, e a valorização das políticas sectoriais e de incentivo à investigação, à formação, à transferência de tecnologia. Repensar o modelo do estado, repensar o modelo social europeu, não é simples num país onde a imprensa cavalga irresponsavelmente o mediatismo político sem uma visão de futuro consistente. Portugal tinha uma arma infalível para ajustar os ciclos económicos antes de aderir ao Euro. A desvalorização do escudo incentivava as exportações através do embaratecimento dos nossos produtos no exterior e permitia corrigir o saldo da balança de transacções. No cenário presente, tal é impossível, e um aumento da despesa pública origina uma escalada de importações que desequilibra a nossa balança de pagamentos e endivida o estado, as famílias e as empresas para com o exterior de uma forma dramática. Este cenário de viver acima das possibilidade da nossa produção, nós já o conhecemos. Estamos agora a pagar pela cura, que apesar de tardia é sempre bem vinda. Entrámos derradeiramente numa nova fase de equilíbrio em que já não podemos escamotear a nossa falta de competitividade e produtividade através de brincadeiras com o escudo. Vender ou não, eis a questão. Só há uma via, tal como Medina Carreira frisou: as exportações. Isto não é nada de novo. Todos os economistas estão fartos de o saber. O que eles não sabem é “como”. E é isto que não se discute. Daí que seja malogrado o trabalho de Carlos Tavares. Não queria estar na sua pele num país sem visão de futuro. - Em que sectores deverá Portugal apostar, que estejam em procura mundial crescente/emergente? - O que fazer para reforçar a competitividade dos poucos clusters que possuímos? - Como evitar a “fuga das galinhas” – a saída massiva de talentos altamente formados e empreendedores? - Como criar as condições (não apenas conjunturais ou fiscais, mas reais) de atracção de investimentos intensivos em tecnologia para Portugal? - Como flexibilizar a estrutura de custos do Estado? É sobre estas e muitas outras questões que não vejo polémica. É sobre estes desafios que Portugal não tomou ainda nenhum consenso de longo prazo politicamente transversal a todos os partidos do centro. Até quando seremos um barco ao sabor da maré? Até quando iremos içar as velas? Volto a citar Medina Carreira: "a Constituição não paga pensões"...por mais que o Dr. Jorge Sampaio o deseje. Wednesday, March 03, 2004
'All the same, it's easy to underestimate how casual and reassuring married love can be. You can talk about other things while you're doing it. It isn't athletic. You can drift. It's an amicable way of confirmimg that everything is all right'
Love in a Blue Time by Hanif Kureishi
Where the Bargains Are
Uma análise rápida e nada técnica às opções de investimento para 2004 nas seguintes áreas: 1. International equities (developed markets) 2. U.S. equities 3. International equities (emerging markets) 4. Real estate 5. Hard assets 6. Cash 7. International debt. 8. Corporate bonds 9. U.S. Treasurys 10. Junk bonds
Mamma Mia!
«Shares of Mamma.com (MAMA) rocketed 149% to a four-year high of $10.10 after the self-proclaimed "Mother of All Search Engines" managed to post a quarterly profit. While the results were commendable, it was the company's business plan that piqued Wall Street's interest. (...)» Share price as of Monday's close: $4.05 Share price now: $10.10 Change: 149.4% Volume: 65.7 million shares, daily average 157,900 shares Last time this low: Nov. 17, 2000 52-week high: $4.96 52-week low: $1.90
Parece que em Janeiro a nossa Esquerda ficou temporariamente sem o argumento do constante aumento do desemprego. A taxa estabilizou nos mesmos 6.7% em relação a Dezembro.
É bom que se vão habituando à ideia. A recessão já é passado, e só por má fé ou ignorância se pode afirmar o contrário. De qualquer forma a estagnação é uma tendência, e pode até acontecer um ou outro mês de decréscimo da taxa via Euro2004. Globalmente, 2004 não vai ser um ano bullish em termos de emprego. O desfasamento entre o crescimento do PIB e emprego é bem possível que atinja os 2 anos. Se o Governo continuar a liberalizar, flexibilizar e desburocratizar poderá diminuir o gap. Pode também acontecer que a retoma nos parceiros comerciais seja mais forte que o esperado, e se o US Dólar não causar perturbações, os chineses não cometerem suicídio com o Yuan e se os efeitos económicos do Europeu de Fuutebol para 2004 foram subestimados podemos inclusivé ter agradáveis surpresas. Vamos ver.
A grande e a Francesa
Défice público francês atinge os 4,1 por cento em 2003 A França registou um défice orçamental de 4,1 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2003, ultrapassando assim largamente, e pelo segundo ano consecutivo, o limite de três por cento tolerado pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) para os défices públicos na Zona Euro.
Ah valentes utopias,
«A Forbes classificou Fidel na categoria Líderes e Realezas, atrás de personalidades como o líder palestino Yasser Arafat, com US$ 200 milhões (cerca de R$ 600 milhões), e a rainha Elizabeth 2ª, que possui uma fortuna estimada em US$ 660 milhões (quase R$ 2 bilhões). A revista afirma que o líder cubano é dono de várias casas luxuosas em Cuba e anda exclusivamente em automóveis Mercedes-Benz. A Forbes diz também que Fidel recebe cerca de US$ 20 milhões (cerca de R$ 60 milhões) por ano derivados de negócios com empresas européias, como a venda de rum cubano para a empresa francesa Pernod Ricard.» Link Via Fumaças
Temos Profeta
Carlos Tavares confiante no futuro do sector têxtil O ministro da Economia, Carlos Tavares, mostrou-se hoje confiante no futuro do sector têxtil português e apresentou mais casos de sucesso do que problemas, apesar da má imagem criada nos últimos anos com a falência de muitas empresas do sector. O sector é responsável por 18 por cento das exportações portuguesas, 14 por cento da produção industrial, 21 por cento do emprego na indústria transformadora e seis por cento do emprego total (com 271 mil trabalhadores). Segundo o ministro, o têxtil é "um dos sectores com maior tradição e um exemplo em que Portugal faz bem". Tuesday, March 02, 2004
Avelino Ferreira Torres é Presidente de uma Câmara. A responsabilidade é partilhada com os seus eleitores.
Avelino Ferreira Torres é um cidadão livre. A responsabilidade é partilhada com os tribunais. A Democracia e o Estado de Direito parecem não ser dar 100% bem com o patrulhamento ideológico.
ADN
Chego a casa, preparo um jantar rápido (a bloguesfera está cheia de cozinheiros), ponho tudo num tabuleiro e sento-me num sofá para realizar um zapping televisivo. Espreito a Sic-Notícias e apanho um frente a frente entre o Deputado do PPD-PSD Jorge Neto e a funcionária do Partido Socialista Ana Gomes. Deixo ficar nesse canal com a clara sensação que me ia arrepender. Debate-se o caso Avelino Ferreira Torres. O Deputado Jorge Neto fala do que aconteceu e apresenta a sua visão dos factos tranquilamente. A funcionário do Partido Socialista Ana Gomes começa a sua intervenção com um ataque pessoal assim (cito de memória): «Esse senhor, de quem se dizia, mas eu não quero acreditar, que na altura do 25 de Abril estava ligado a grupos terroristas, mas eu não quero acreditar». Se não acredita e o argumento é irrelevante deveria estar calada. Claro que aqui a estratégia é outra. Dizia em tempos um educado Socialista, Jaime Game, para um Deputado do PPD-PSD, que ou este concretizava a acusação ou aquilo que tinha dito não passava de uma insinuação canalha. Já não me recordo quem tinha razão no dito diferendo, mas a frase assenta que nem uma luva a Ana Gomes. É que as acrescidas responsabilidades públicas exigidas a Avelino Ferreira Torres também são exigidas a Ana Gomes. E eu prefiro alguém que dê um pontapé numa mesa à frente de todos, a quem lance acusações irresponsáveis escudadas no «mas eu não quero acreditar». Mas mesmo para quem não tem um pingo de ética ou vergonha e só vai ao lugar à base do chicote, a verdade é que o argumento utilizado por Ana Gomes é muito complicado. É que contra este género de acusações, Avelino Ferreira Torres poderia replicar: «A mim disseram-me que o Partido Socialista está cheio de pedófilos, mas eu não quero acreditar.» «A mim disseram-me que o Partido Socialista está cheio de membros das FP-25, mas eu não quero acreditar.» «A mim disseram-me que uma famosa deputada do Partido Socialista era conhecida como a dealer do Parlamento, mas eu não quero acreditar.» Que forma de fazer política é esta? Nas palavras de Jaime Gama, canalha.
Dollar extends rally on bullish jobs data
«The dollar extended its recent rebound in European morning trade on Tuesday amid hopes that the nascent US recovery is no longer jobless. With the employment element of Monday's February update from the Institute of Supply Management proving unexpectedly bullish, the markets are now factoring in healthy non-farm payrolls data on Friday. (...)» Bulls look for more «Auto sales reports due Tuesday as investors build toward February jobs figures later in the week.(...)» Monday, March 01, 2004
A escolha de Sousa Franco analisada em Editorial no Diário Económico
« (...) Uma vista de olhos superficial sobre esse período poderá levar os eleitores, até por comparação com o enquadramento actual de incerteza no que respeita à recuperação económica e de subida do desemprego, a fazerem um juízo positivo sobre Sousa Franco e, em consequência, a darem o seu aval aos socialistas. É necessário, no entanto, olhar para esse passado recente e entender que os erros cometidos estão agora a ser pagos. O extraordinário período de aquecimento da economia portuguesa, que decorreu na segunda metade dos anos 90, foi desbaratado enquanto oportunidade de ouro para proceder a reformas essencais, a começar pelas finanças públicas. O elevado ritmo de crescimento das receitas fiscais sustentou a entrada de Portugal na União Económica e Monetária mas esta importante margem de manobra não foi acompanhada pela moderação no aumento da despesa. A consolidação das contas públicas quedou-se, assim, por um exercício ilusório que os sucessivos alertas de entidades nacionais e estrangeiras não foram capazes de travar. A incapacidade para entender a natureza dos ciclos económicos e de antever as consequências de políticas desadequadas quando chegam as fases de abrandamento, foram pecados capitais da governação socialista em que Sousa Franco, muito antes de Joaquim Pina Moura ou Guilherme d’Oliveira Martins, surge como o principal responsável. O PS insiste em não querer admitir esta realidade. Pelo contrário, promove a candidato ao Parlamento Europeu o ministro que colocou o país na moeda única mas que deixou uma factura pesada para liquidar. Ferro Rodrigues não teria caído neste equívoco se tivesse ignorado a ideia peregrina de Mário Soares.»
É um facto, pode bem ser que eu estivesse 3 anos acima da média de idades das pessoas que estavam na festa descontraída da JSD Carcavelos de sábado à noite. Mas isso não é líquido. Pior do que isso foi no meio da confusão, e dos balões gigantes cor de laranja que andávamos a atirar uns aos outros, eu não ter tido tempo de pedir o nº de telefone da presidente da JSD Carcavelos, na curta conversa que tivemos. Mas enfim, deu para ver em que partido português é que abunda o potencial e dinamismo. Continuem assim.
Sobre o crescimento da Economia dos EUA e o Mercado de Emprego nesse mesmo país têm-se escrito disparates atrás de disparates.
Recomendo a leitura do artigo escrito por Teresa Gil Pinheiro, do BPI, publicado no website do Diário Económico e do BPI Investimentos «O mercado de trabalho norte-americano (...)Em resumo, a taxa de desemprego poderá cair menos do que até agora (ou ser revista em alta, menos provável), porque a população activa poderá estar sobrestimada em função do menor fluxo migratório e porque dados os primeiros sinais de maior dinamismo do mercado de trabalho poderá levar a que alguns indivíduos voltem a procurar trabalho, voltando a contar para a força laboral (desempregada, pelo menos numa primeira fase). Dada a relevância do indicador taxa de desemprego, este poderá ter um efeito imediato negativo na percepção da evolução da economia norte-americana. No entanto, tal não reflectirá um agravamento real das condições no mercado de trabalho. Por outro lado, a criação de emprego mostrar-se-á muito mais moderada do que em ciclos anteriores semelhantes, pois estamos perante um cenário de deslocamento de produção e porque ganhos de eficiência foram obtidos justificando que alguns postos de trabalho destruídos na recente crise económica tenham agora de ser reabertos.» Acrescentava apenas a nota que os postos reabertos não são os mesmos. Seriam se o desemprego fosse causado, por exemplo, por uma crise da procura, em que o mercado de trabalho se ajustava para cima ou para baixo segundo a variação da procura de bens e serviços. O desemprego causado por deslocação de produção e ganhos de produtividade desaparecerá com a criação de novos empregos, não propriamente com a reabertura dos anteriores.
Um novo blogue que se diz liberal, mas que coloca um link para o De Esquerda e nenhum para o De Direita só pode ser Blasfémia! |
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